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O IAB/DF seguiu com sua missão de fomentar o debate e a formação crítica na área, ministrando uma aula para a disciplina "Introdução à Arquitetura e Urbanismo" da Universidade de Brasília (UnB), no mês de outubro. A ação, realizada em parceria com a Escola Crítica de Projetos, foi voltada aos alunos do primeiro semestre e contou com a presença do presidente do IAB/DF, Luiz Eduardo Sarmento. Durante o encontro, Sarmento apresentou aos futuros arquitetos e urbanistas a trajetória e a relevância do IAB na consolidação da profissão no Brasil. A palestra percorreu a história do Instituto no país e no Distrito Federal, detalhando suas principais bandeiras, ações, conquistas e objetivos. O presidente destacou a importância de os estudantes compreenderem desde cedo os espaços de atuação e militância profissional. "Aproveitei para explicar para os alunos os espaços de militância da nossa profissão. Destaquei o papel das entidades que compõem o Colegiado das Entidades da Arquitetura e Urbanismo (CEAU). E também o papel do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), que é nossa autarquia pública que foi criada a partir de muita luta do IAB e das entidades", relatou Sarmento. História, política e o chamado à participação A aula foi além da apresentação institucional, mergulhando em discussões profundas sobre a interligação entre a história política e a produção arquitetônica. Foi abordada a luta dos arquitetos contra a ditadura militar, os avanços conquistados no campo profissional e o papel de Brasília e da Universidade de Brasília nesse contexto. "Também discutimos bastante sobre a história política a partir da história arquitetônica, da luta dos arquitetos contra a ditadura militar, sobre os avanços que os arquitetos vinham promovendo no nosso campo profissional e em Brasília, e de tantas lutas que a gente tem pela frente", complementou o presidente. O evento serviu, ainda, como um convite à participação ativa dos estudantes. Sarmento incentivou os jovens a se engajarem nas entidades representativas, por meio do trabalho voluntário, em prol do desenvolvimento da arquitetura e do urbanismo. O IAB na Prática: exposições, concursos e publicações Para ilustrar a atuação multifacetada do Instituto, a palestra também destacou as diversas frentes de trabalho do IAB/DF, como a organização de exposições, palestras, cursos, e seu papel fundamental na promoção de concursos públicos de projeto, bienais e mostras. A atuação do Instituto na edição e organização de publicações especializadas também foi apresentada aos alunos. Como forma de aproximar ainda mais os estudantes do acervo cultural do Instituto, o encontro foi finalizado com um sorteio de publicações editadas e organizadas pelo IAB/DF, distribuindo conhecimento e fortalecendo os laços com a nova geração de arquitetos e urbanistas. A iniciativa reforça o compromisso do IAB/DF com a formação qualificada e o estímulo à participação dos futuros profissionais na construção de uma arquitetura e urbanismo mais críticos, éticos e engajados com as causas sociais.
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Divulgamos a Homologação da Chapa “Cooperação”, única inscrita no processo eleitoral do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB-DF), para a gestão 2026/2029. O processo de inscrição da chapa foi analisado e validado pela Comissão Eleitoral, composta pelos arquitetos Haroldo Pinheiro Villar de Queiroz, Gilson José Paranhos Silva e Liara Monique Brito de Oliveira Ramortsua, conforme o Ofício de Homologação da ultima sexta-feira 07 de novembro de 2025. A Chapa “Cooperação” é composta pelos colegas Leonardo Lima e Sá, candidato à Presidência, e João Augusto Pereira Júnior, candidato à Vice-Presidência, e apresenta a seguinte composição: Composição da Chapa “Cooperação”
A Comissão Eleitoral ressalta que a chapa homologada deverá apresentar suas propostas para o triênio 2026/2029 conforme o prazo estabelecido no Calendário Eleitoral, para divulgação junto aos associados. Confira as próximas datas do calendário eleitoral e participe do processo eleitoral do IAB-DF. Sua participação é essencial para construirmos juntos o futuro de nossa entidade! Calendário eleitoral completo: 27/08 | Instalação da Comissão Eleitoral; 28/08 | Publicação de convocatória 30/09 | Data limite para quitação de débitos e realização de associação - condição necessária para votar e ser votado - ou atualização de dados; 31/10 | Prazo final para inscrição de chapas; 07/11 | Homologação das chapas; 08/11 a 26/11 | Apresentação de propostas pelas chapas e campanha; 27 e 28/11 | Realização das eleições do Departamento. até 01/12 | Homologação do resultado Participe e construa o futuro do IAB-DF! Atenciosamente, IAB-DF – Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal A Comissão Organizadora da Prêmio Amílcar Coelho Chaves - IAB DF 2025 recebeu um total de 59 inscrições, um número que representa um aumento de 96% em relação a nossa última edição! Agradecemos imensamente a participação no Prêmio e a colaboração dos proponentes que receberam nossas solicitações e prontamente ajudaram no processo para homologação das propostas. Desejamos a todos boa sorte! O próximo passo é o envio para nossa Comissão Julgadora, já divulgada em nossos canais de comunicação, que irá avaliar as propostas até o dia 07/12, data constante no cronograma geral da premiação. Em caso de dúvidas, entrem em contato pelo e-mail: [email protected] Comissão Organizadora do Prêmio IAB DF 2025
O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB-DF), representado por seu presidente, Luiz Eduardo Sarmento, marcou presença na solenidade de abertura da exposição "Catedral de Brasília: Rumo aos 60 anos", realizada no Espaço da Padroeira, na Esplanada dos Ministérios. A mostra, uma iniciativa do Instituto Base que conta com apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), celebra a história de um dos principais símbolos da capital e apresenta em detalhes o projeto de conservação em andamento para preservação do patrimônio cultural e religioso. O presidente Luiz Eduardo Sarmento reforçou o papel da Catedral Metropolitana como um marco da arquitetura nacional. "Destacamos a importância da Catedral enquanto símbolo da arquitetura nacional, reconhecido internacionalmente, e da necessidade de conservação deste bem e de suas obras de arte integradas, do paisagismo, por meio de ações de conservação preventiva, manutenção regular e restauração quando necessário", afirmou Sarmento. Da esquerda para a direita: a arquiteta Fernanda Heitmann, a historiadora Celma de Souza Pinto, o arquiteto Sylvio Farias (todos do Instituto Base); o professor Leandro Eustaquio de Almeida, a arquiteta Mônica Mongelli e o presidente do IAB-DF, Luiz Eduardo Sarmento, durante a abertura da exposição no Espaço da Padroeira O presidente do IAB-DF ainda parabenizou a equipe da Catedral pelas ações de conservação e restauro já realizadas, enfatizando o edifício como um importante símbolo da nossa arquitetura moderna e do desenvolvimento da técnica do concreto armado no Brasil. Ele reconheceu a relevância da exposição como ferramenta para ampliar o acesso da população ao conhecimento sobre esse patrimônio e como incentivo à valorização e a preservação contínua. "Fazemos votos de que essa exposição siga sendo montada em outros espaços do DF. Acreditamos que é muito importante criar condições de visibilidade e debate sobre nosso patrimônio edificado, sobre arquitetura, as técnicas adotadas e a história da edificação. Isso é educação arquitetônica e educação patrimonial", declarou. A presença do IAB-DF no evento reforça o compromisso da entidade em acompanhar, fomentar e apoiar ações que promovam a discussão qualificada sobre a arquitetura e o patrimônio moderno do Distrito Federal.
O IAB/DF assinou o "Manifesto em favor da mobilidade ativa, do transporte público gratuito e do estacionamento rotativo", lançado pela organização Andar a Pé e outras entidades parceiras. A iniciativa defende a redução dos automóveis e dos espaços públicos privatizados pelo sistema de estacionamento na cidade, destinando-os ao uso público. O tema ganhou espaço no dia 1º de novembro na feirinha da 216 Norte e reforçou a campanha contra a Zona Verde, proposta pelo Governo do Distrito Federal.
Por meio do manifesto, as organizações defendem medidas como a qualificação das calçadas e o aprimoramento do transporte coletivo com tarifa zero. Para viabilizar essas mudanças, sugerem o estacionamento rotativo e pago como forma de arrecadar recursos. "Como ocorre nas cidades mais modernas do mundo, o incentivo à mobilidade ativa e o transporte coletivo gratuito devem vir juntos com o desincentivo e a oneração do uso do automóvel - com justiça social. Para isso, o estacionamento em áreas públicas deve mudar da privatização desses espaços para poucos para a implantação do estacionamento rotativo, pago e gerido pelo Governo do Distrito Federal, com os recursos arrecadados destinados à mobilidade sustentável para todos.", diz o manifesto. Essas soluções, apontam as organizações que subscrevem o documento, ainda permitem a redução de gases que pioram a qualidade do ar e provocam mudanças no clima. Também assinam o documento o Fórum em Defesa das Águas do DF, as ongs Brasília para Pessoas, Panã Arquitetura Social, Rodas de Paz, Preserva Serrinha do Paranoá, o Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte, Movimento Popular por uma Ceilândia Melhor (MOPOCEM), a Rede Cidadã de Taguatinga (RECITA), o Fórum das ONGs ambientalistas do DF e entorno, e a Rede Urbanidade. Leia a íntegra do posicionamento Esse ano, o Prêmio Amílcar Coelho Chaves - Premiação IAB DF de 2025 tem a comissão organizadora composta por:
✴︎ Cecília Almeida, Diretora Cultural e de Comunicação. ✴︎ Raquel Freire, Conselheira Superior, Coordenadora de Ações Afirmativas no DF e Vice-Presidente de Ações Afirmativas na Direção Nacional. A comissão abrange desde a participação nas reuniões gerais de organização do prêmio, todo o trabalho envolvendo os júris da premiação, a produção de materiais e o mais importante: o contato direto com os proponentes. 🔊 Lembrando: as inscrições do prêmio seguem até o dia 02/11!!! Dúvidas podem ser tiradas pelo email: [email protected] Texto de Cláudia Sales, arquiteta, urbanista e professora
Eu escolhi a docência porque dei certo como arquiteta, e não o contrário. E por isso sonho com um dia em que o ensino de arquitetura — o ser professor ou professora de arquitetura — seja visto como um exercício profissional tão valorizado, que tenha o mesmo respeito e a mesma importância quanto qualquer outro presente nas atribuições profissionais que envolvem o nosso campo. Eu sonho com um dia em que o exercício profissional da docência seja visto como um exercício de mercado, onde nós, professores e professoras, vendemos nossa força de trabalho em troca de um salário, assim como qualquer outro arquiteto ou arquiteta que oferece um serviço. Nós prestamos um serviço essencial à sociedade: o de formar os futuros profissionais que vão atuar nos escritórios, na assistência técnica, no restauro, no planejamento urbano, nas secretarias e em tantos outros espaços. Isso é uma responsabilidade imensa. Ser professor ou professora de arquitetura é também exercer a arquitetura — é trabalhar com o espaço, com o pensamento projetual, com a linguagem arquitetônica. Nós formamos o olhar, o raciocínio e a sensibilidade espacial daqueles que amanhã vão transformar as cidades e os territórios. Por isso, a docência não é um afastamento do mercado, é uma de suas formas mais nobres de atuação. Está, inclusive, prevista entre as atribuições profissionais do arquiteto e urbanista pela Lei nº 12.378/2010. Ensinar arquitetura é, portanto, fazer arquitetura — com a mesma complexidade, a mesma responsabilidade e o mesmo compromisso técnico e ético. Somos profissionais do campo, como qualquer outro que projeta, que planeja, que desenha, que constrói. Nós projetamos futuros profissionais. Feliz dia do professor e da professora para você, arquiteta, arquiteto urbanista, que fez da docência — e faz dela — a sua atribuição profissional por excelência. Hoje é o seu dia. E, como eu sempre gosto de finalizar as minhas falas: eu me tornei professora não porque fracassei como arquiteta, mas porque dei certo como arquiteta — e por isso escolhi a docência. A mobilidade urbana no contexto da revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) foi pauta na Câmara Distrital e o IAB-DF esteve lá! O coordenador especial da comissão de Políticas Urbanas do IAB-DF, André Tavares, representou o Instituto na 6ª reunião técnica da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana na quarta, 8 de outubro. O arquiteto e urbanista, que também integra o Calunga Coletivo de arquitetos/as pretos, contextualizou o impacto da mobilidade no desenvolvimento dos espaços urbanos e afirmou que desenhar o transporte no contexto do PDOT é pensar o projeto de cidade que se quer, permitindo assegurar a mobilidade ativa, a integração entre modais e o desenvolvimento econômico que o serviço favorece, por exemplo. Também falou sobre a importância de concurso público para o setor e apontou a necessidade de mais transparência nos métodos para atingir os objetivos do plano. Foi um espaço importante para reunir atores políticos e técnicos, mas também para resguardar a relevância do envolvimento da população usuária dos serviços de transporte. André Tavares defendeu a ampla participação da sociedade na discussão de forma contínua por meio dos Planos Locais de Desenvolvimento (PLDs) e na estrutura do conselho distrital das cidades, como processo formativo para os cidadãos e cidadãs. "A educação urbanística é extremamente importante. Sinto que faltou a participação orgânica na construção do processo", afirmou, sugerindo o fortalecimento da conscientização da população para criar uma cultura de participação nas questões urbanas, a exemplo o respeito às faixas de pedestres - conduta adotada no DF no passado e que é reconhecida no país.
A reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão, deputado Max Maciel, e contou ainda com a participação do Secretário de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal, Zeno Gonçalves; da Subsecretária de Políticas e Planejamento Urbano (SUPLAN), Juliana Coelho; do Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU/DF), Ricardo Meira; a da representante do coletivo PANÃ Arquitetura Social, Ludmila de Araújo Correia. O vídeo da transmissão ao vivo está disponível no canal da Câmara Distrital no Youtube. O Eixo II do Prêmio Amílcar Coelho Chaves - Edição departamental do PRÊMIO NACIONAL DO IAB 2025 no DF - celebra a criatividade e a inovação em ARQUITETURA DE INTERIORES E DESIGN, honrando projetos que definem a experiência espacial, a identidade visual e a materialidade dos ambientes.
Subcategorias: - Interiores Residenciais: Projetos concluídos e ocupados. - Interiores Comerciais: Ambientes internos em estabelecimentos comerciais. - Interiores Institucionais: Ambientes em instituições públicas ou privadas. - Expografia, Cenografia e Arquitetura Efêmera: Montagens e estruturas temporárias executadas. - Design de Mobiliário, Objetos e Equipamentos: Peças produzidas e em uso. - Comunicação Visual e Sinalização: Sistemas implementados em ambientes construídos. Todos os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora de notório conhecimento! Na categoria Edificações, os convidados foram: Ana Laterza, Bruno Firmino, João Gabriel, Marcela Abla e Victor Delaqua! O IAB agradece e muito se alegra em contar com esse time na nossa premiação! Mais informações do Prêmio podem ser verificadas no site geral da premiação: link aqui! Para dúvidas sobre a premiação no DF: [email protected] O Eixo V do Prêmio Amílcar Coelho Chaves - Edição departamental do PRÊMIO NACIONAL DO IAB 2025 no DF - celebra as PRÁTICAS PEDAGÓGICAS transformadoras, valorizando experiências de ensino, pesquisa e extensão que formam arquitetos e urbanistas críticos, éticos e criativos.
Subcategorias: - Práticas em Ensino-Aprendizagem: Disciplinas, TCCs, oficinas e laboratórios. - Extensão Universitária e Interação Comunitária: Projetos integrando universidade e sociedade. - Inovação Pedagógica e Integração Escola-Território: Metodologias ativas, decoloniais e focadas em sustentabilidade e inclusão. Todos os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora de notório conhecimento! Na categoria Edificações, os convidados foram: Jana Cândida, Leo Name, Martina Lersch, Patrícia Silva Gomes, Vilma Patrícia Santana Silva! O IAB agradece e muito se alegra em contar com esse time na nossa premiação! Mais informações do Prêmio podem ser verificadas no site geral da premiação: link aqui! Para dúvidas sobre a premiação no DF: [email protected] O Eixo IV do Prêmio Amílcar Coelho Chaves - Edição departamental do PRÊMIO NACIONAL DO IAB 2025 no DF - celebra a CULTURA ARQUITETÔNICA em sua essência, reconhecendo a produção intelectual, crítica, técnica e inovadora que amplia os horizontes da Arquitetura e Urbanismo.
Subcategorias: - Produção Intelectual e Reflexão Crítica: Livros, ensaios, podcasts e publicações. - Produção Visual e Audiovisual: Mostras de fotografia, filmes e documentários. - Curadoria e Eventos: Exposições, mostras e festivais realizados. - Inovação e Desenvolvimento Técnico: Softwares, pesquisas, patentes, técnicas tradicionais e saberes locais. Todos os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora de notório conhecimento! Na categoria Edificações, os convidados foram: Érica Diogo, Gabriela Bilá, Gisele de Paula, José Leme Galvão Junior, Juliano Loureiro de Carvalho! O IAB agradece e muito se alegra em contar com esse time na nossa premiação! Mais informações do Prêmio podem ser verificadas no site geral da premiação: link aqui! Para dúvidas sobre a premiação no DF: [email protected] O Eixo III do Prêmio Amílcar Coelho Chaves - Edição departamental do PRÊMIO NACIONAL DO IAB 2025 no DF - celebra as ideias e ações que moldam o território, premiando projetos em URBANISMO, PAISAGEM E PLANEJAMENTO que contribuem para cidades mais justas, belas e sustentáveis.
Subcategorias: - Arquitetura da Paisagem – Obras Construídas: Praças, parques e jardins concluídos. - Projetos e Planos de Desenho Urbano: Propostas para bairros, conjuntos e sistemas urbanos. - Planejamento Territorial e Gestão Urbana: Planos diretores, políticas e instrumentos de governança. - Ativismo e Ações Urbanas: Intervenções, urbanismo tático e mobilizações comunitárias. Todos os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora de notório conhecimento! Na categoria Edificações, os convidados foram: Camila Gomes Sant'Anna, Clarice Misoczky de Oliveira, Gabriela Tenorio, Raissa Monteiro, Raul Gradim! O IAB agradece e muito se alegra em contar com esse time na nossa premiação! Mais informações do Prêmio podem ser verificadas no site geral da premiação: link aqui! Para dúvidas sobre a premiação no DF: [email protected] O Eixo I do Prêmio Amílcar Coelho Chaves - Edição departamental do PRÊMIO NACIONAL DO IAB 2025 no DF - celebra a excelência em EDIFICAÇÕES, reconhecendo obras construídas que materializam o pensamento arquitetônico em suas mais diversas escalas e programas.
Subcategorias: - Residências Unifamiliares: Casas individuais concluídas. - Edifícios Multifamiliares: Prédios residenciais de múltiplas unidades. - HIS/ATHIS: Moradias de interesse social e assistência técnica. - Edificações Institucionais: Obras de caráter educacional, cultural, sanitário, etc. - Edifícios Comerciais, Industriais e de Serviço. - Restauro, Retrofit e Intervenções: Projetos executados em pré-existências. - Arquitetura Efêmera Construída: Estruturas temporárias e pavilhões. Todos os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora de notório conhecimento! Na categoria Edificações, os convidados foram: Aníbal Verri, Gilson Paranhos, Manuela Dantas, Marcelo Savio e Maria Cláudia Candeia! O IAB agradece e muito se alegra em contar com esse time na nossa premiação! Mais informações do Prêmio podem ser verificadas no site geral da premiação: link aqui! Para dúvidas sobre a premiação no DF: [email protected] Luiz Henrique Dias, arquiteto e urbanista, associado do IAB-DF
Paulino Motter, jornalista e gestor público A morte trágica do arquiteto chinês Kongjian Yu, em acidente aéreo no município de Aquidauana, na região do Pantanal de Mato Grosso do Sul, é uma perda de dimensão global. Professor da Universidade de Pequim e criador do revolucionário conceito de “cidades esponjas”, ele deixa um legado que transcende a arquitetura: uma visão integrada de como os espaços urbanos podem dialogar com a natureza e, assim, preparar-se para os efeitos cada vez mais extremos da mudança climática. O acaso quis que essa tragédia ocorresse no mesmo dia em que o presidente norte-americano Donald Trump, em discurso na Assembleia Geral da ONU, desdenhou em tom jocoso o consenso científico sobre o aquecimento global, chamando-o de “o maior con job da história”. É impossível não ver aí uma ironia cruel: enquanto Trump desmoraliza a ciência, Kongjian Yu, pela força de sua obra, reafirmava na prática que a inteligência humana é capaz de oferecer soluções sustentáveis para a vida coletiva. Vivemos uma década decisiva para o planeta. Não faltam estudos contundentes e de amplo reconhecimento por nações e comunidades científicas. Os tempos são de mitigação, inovação e mudanças de rumos — exatamente o que Yu propunha em seus projetos, seminários e aulas. Como apresentou em eventos internacionais, como a Bienal de Arquitetura, e como acreditou ao longo de toda a sua carreira, o caminho possível passa por integrar cidade e natureza, ciência e sabedoria ancestral. Yu provou, em dezenas de projetos urbanos na China e em outros países, que a água pode ser tratada não como inimiga, mas como aliada. Inspirou-se nos ecossistemas naturais, como várzeas, pântanos e manguezais, para redesenhar metrópoles capazes de absorver, reter e reutilizar a água das chuvas. Sua ideia das cidades esponjas não é uma metáfora poética apenas: é uma resposta concreta a enchentes devastadoras e secas prolongadas. Graças a Yu, pelo menos 70 cidades no mundo já são “esponja” o suficiente para absorver volumes de água equivalentes à inundação que devastou Porto Alegre em 2024. Há uma dimensão simbólica particularmente pungente em o acidente ter ocorrido justamente no Pantanal brasileiro, o maior alagado contínuo do planeta. Ali, a alternância entre cheias e secas construiu um dos ecossistemas mais ricos do mundo, que funciona, por si só, como uma gigantesca esponja natural. Mas essa mesma região sofre ameaças graves: ocupações ilegais, expansão desordenada da agropecuária, queimadas criminosas e falta de políticas públicas consistentes para a sua preservação. O Pantanal, como lembrou recentemente uma série de reportagens exibida pelo programa Fantástico, é um espelho da urgência ambiental do Brasil. Foi justamente em uma série especial do Fantástico, intitulada “O Código Chinês”, exibida em agosto deste ano, que muitos brasileiros tiveram contato mais profundo com a obra de Kongjian Yu. Produzida pelo repórter Felipe Santana, a série explorou inovações e curiosidades da China contemporânea — dos carros voadores e transporte autônomo às cidades inteligentes e à robótica. No último episódio, exibido em 31 de agosto, o tema central foi a sustentabilidade, com destaque absoluto para o conceito das cidades esponjas. Logo na abertura, Felipe Santana sublinhou que Yu já havia realizado mais de mil projetos em 250 cidades, transformando enchentes em solução e devolvendo espaço às águas como forma de prevenir desastres climáticos. Na reportagem, o arquiteto conduziu o público por parques chineses concebidos para absorver a água das chuvas, mostrou como tradições ancestrais inspiraram suas soluções urbanas e, ao mesmo tempo, ofereceu exemplos práticos de como essa sabedoria poderia ser aplicada em metrópoles de todo o mundo — inclusive no Brasil. O episódio evidenciou a coerência entre a biografia de Yu, que quase morreu afogado na infância, e sua filosofia: “a água não é inimiga”. Uma mensagem simples e poderosa, que ressoou ainda mais com sua trágica partida no coração de um dos maiores ecossistemas aquáticos do planeta. Sua morte, em território brasileiro, deve ser lida como um testamento involuntário. Ela nos recorda que o Pantanal não é apenas uma paisagem exuberante ou uma reserva de biodiversidade, mas também um sistema vital de regulação hídrica. Se quisermos honrar a memória de Kongjian Yu, precisamos compreender que a luta pela preservação do Pantanal é também a luta pela sobrevivência das cidades, que, cada vez mais, enfrentarão extremos de calor, secas e inundações. Quando os líderes mundiais se reunirem na COP30, não poderão ignorar a lição. O legado de Kongjian Yu, interrompido de forma abrupta nos céus do Pantanal, ressoa como uma resposta serena e firme ao negacionismo ruidoso. Enquanto uns zombam da ciência, ele nos deixa um mapa de futuro: cidades que respiram, absorvem, devolvem à natureza o que dela recebem. Kongjian Yu morreu, mas suas cidades esponjas continuarão a nos ensinar que a arquitetura não é apenas arte e técnica — é, acima de tudo, esperança. stão abertas as inscrições para a Premiação IAB 2025 no Distrito Federal. O edital, que estabelece todas as regras do concurso, já está disponível, e os profissionais podem submeter seus trabalhos até o dia 26 de outubro. O resultado final será divulgado em dezembro, mês em que celebramos o Dia do Arquiteto e Urbanista.
Homenagem e Tema Especial Esta edição presta uma homenagem especial ao arquiteto e urbanista Amílcar Coelho, antigo dirigente do IAB/DF, falecido em janeiro deste ano. Amílcar foi uma figura fundamental na história do Instituto e um combativo defensor do projeto urbanístico original de Brasília. O tema da premiação, "65 anos: presenças e futuros", celebra as seis décadas e meia de atuação do IAB/DF e reflete sobre o papel da arquitetura e do urbanismo na construção da capital, dialogando com a Premiação Nacional de 2025, que aborda as Emergências Climáticas. Categorias e Selos de Destaque Os projetos inscritos devem se enquadrar em um dos seguintes eixos centrais: EDIFICAÇÕES ARQUITETURA DE INTERIORES E DESIGN URBANISMO, ARQUITETURA DA PAISAGEM, PLANEJAMENTO E CIDADES CULTURA ARQUITETÔNICA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Além das premiações principais, os jurados atribuirão selos de destaque para propostas que se destacarem em: EMERGÊNCIA CLIMÁTICA ATUAÇÃO PÚBLICA AÇÕES AFIRMATIVAS Organização e Comissão Julgadora A edição 2025 no DF está sob a organização da Diretora Cultural do IAB/DF, Cecília Almeida, e da Conselheira Superior, Raquel Freire. Os nomes dos integrantes das Comissões Julgadoras, responsáveis pela análise técnica dos projetos, serão divulgados em breve nas redes sociais do IAB/DF. Etapa Nacional Todos os trabalhos premiados na etapa distrital estarão automaticamente habilitados para a Etapa Nacional da Premiação IAB, cujo resultado está previsto para março de 2026. Participe! Não perca a oportunidade de inscrever seu trabalho e fazer parte desta celebração da arquitetura e do urbanismo brasilienses. Período de Inscrições: Até 26 de outubro de 2024. Para conferir todas as informações, regramentos e prazos, acesse o Edital Completo neste link! Amílcar Coelho, presente! Como ex-Diretor do IAB/DF, Secretário Geral e Conselheiro no IAB Nacional, Amílcar Coelho deixou um legado de luta pela profissão e pela democracia. Perseguido e preso durante a ditadura militar, ele foi um dos organizadores do "I Seminário de Estudos dos Problemas Urbanos de Brasília", em 1974. Recentemente, compartilhou suas memórias na exposição "A Construção da Profissão", marcando sua última contribuição pública. Sua trajetória inspira esta edição da premiação. |
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