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Na última terça-feira, 31 de março, foi realizada a Solenidade de Lançamento dos Comitês Gestores de Sítios reconhecidos como patrimônio cultural do Brasil pela UNESCO. A iniciativa reúne instituições públicas e entidades da sociedade civil para fortalecer a gestão e a preservação desses territórios. O IAB/DF passa a integrar o Comitê Gestor de Brasília. Durante a cerimônia, a copresidente do IAB/DF, Luiza Coelho, entregou ao Iphan o livro "Mulheres indígenas e a diversidade cultural brasileira: história, violência e resiliência", publicado pela editora do instituto. A obra, referência no Concurso Nacional para a Casa da Mulher Indígena (CAMI), foi recebida pelo presidente do Iphan, Leandro Grass. "Com o objetivo de promover a participação social e fortalecer a gestão compartilhada dos sítios brasileiros reconhecidos como Patrimônio Mundial Cultural pela Unesco, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apresentou os novos Comitês Gestores destes sítios. A iniciativa assegura a inclusão de organizações da sociedade civil, comunidades locais e povos tradicionais na proteção e salvaguarda do valor universal excepcional desses territórios." "Para o presidente do Iphan, Leandro Grass, manter a democracia de pé exige paciência, dedicação e diálogo. “Trazer as pessoas para decidirem junto é uma decisão política. Construir juntos exige tempo, empatia e capacidade de escuta. E é isso que sustenta a democracia”." informou o Iphan em publicação oficial. A portaria Iphan nº234/2025 estabelece as diretrizes para a instituição dos Comitê, que incluem representantes governamentais e representantes da sociedade civil em sua estrutura. A iniciativa foi detalhada em publicações do Iphan: Iphan apresenta os novos Comitês Gestores dos sítios reconhecidos como Patrimônio Mundial pela Unesco. Iphan abre inscrições para sociedade civil compor Comitês Gestores de Sítios do Patrimônio Mundial.
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O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) participou do lançamento do livro Tempestade Tropical – De Brasília à Praia do Forte: a trajetória de Wilson Reis Netto, escrito por Alexandre Benoit e publicado pela Escola da Cidade. A obra é dedicada à trajetória de Wilson Reis Netto, arquiteto, fundador e primeiro presidente do IAB/DF. O lançamento ocorreu em 27 de março de 2026, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU/UnB), onde reuniu profissionais, pesquisadores e interessados na história da arquitetura. O livrou contou com apoio da UnB, do IAB/DF e do Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF). A publicação resgata a atuação de uma figura fundamental para a história da entidade e da construção da capital federal, cuja contribuição permaneceu, por muito tempo, à margem da historiografia oficial. O livro busca iluminar aspectos de sua vida e obra que foram historicamente silenciados. Pesquisadores levantam duas hipóteses para seu apagamento na história: A primeira, é o golpe militar de 1964, onde artistas, arquitetos, entre outros profissionais tiveram suas vidas e carreiras reprimidas. E a segunda, pelo fato de Wilson ser abertamente um homem gay. Reconhecido por desafiar padrões e normatividades, Wilson Reis Netto também se destacou por sua postura em um contexto marcado por forte conservadorismo. "Se hoje ganham visibilidade pesquisas sobre mulheres, populações negras e indígenas na construção de Brasília, ainda sabemos pouco sobre outras formas de exclusão. É possível que o fato de Wilson ser abertamente homossexual tenha contribuído para sua invisibilização. Em relatos de contemporâneos, sua orientação sexual frequentemente aparece antes de suas qualidades profissionais — que incluíam capacidade de gestão, mobilização e liderança. Ainda assim, tornou-se uma figura influente." comenta Luiz na coluna do IAB/DF no jornal Brasil de Fato - DF. O livro reúne textos de diferentes autores, entre eles Luiz Sarmento, ex-presidente do IAB/DF. Sua contribuição integra o esforço coletivo de ampliação das narrativas sobre a produção arquitetônica no Distrito Federal. A partir de depoimentos e de minuciosa pesquisa em arquivos, o livro reconstrói sua trajetória profissional. Ainda jovem, Wilson integrou a equipe de Oscar Niemeyer durante a construção de Brasília e, já no fim da vida, foi responsável pelo projeto de urbanização da Praia do Forte. Na capital federal, realizou obras como a Escola-Classe 114 Sul, a Feira de Comércio e Indústria e a Embaixada do Senegal. Ao mapear sua atuação, a obra propõe uma revisão crítica de sua produção e de seu papel no campo arquitetônico, contribuindo para uma leitura mais diversa e inclusiva da arquitetura e de seus protagonistas. O evento de lançamento contou com um debate que reuniu arquitetos como Alexandre Benoit, arquiteto e autor do livro, Antônio Carlos Moraes de Castro Luiz, ex presidente do IAB/DF e presidente da Federação Pan-americana de Associações de Arquitetos (FPAA), Eduardo Rossetti, arquiteto e professor adjunto da FAU/UnB e autor de diversos artigos e dos livros Arquiteturas de Brasília, Luiz Sarmento, ex-presidente do IAB/DF e atual chefe da Assessoria Internacional de Patrimônio Material do Iphan, e Luiza Coelho, atual copresidente do IAB/DF, marcando um momento de reflexão sobre memória, historiografia e diversidade na arquitetura. Inscrições vão até 15 de abril e envio de propostas até 29 de abril; iniciativa inédita busca projeto arquitetônico para espaço de acolhimento a mulheres indígenas vítimas de violência A organização do Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena (CAMI) anuncia a prorrogação dos prazos para inscrições e envio de propostas. Agora, escritórios de arquitetura de todo o país têm até o dia 15 de abril para realizar suas inscrições e até 29 de abril para submeter os trabalhos.
Promovido pelo Ministério das Mulheres (MMulheres) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), por meio do Laboratório Mulheres, Arquitetura e Território (Lab Mulheres/FAU-UnB), e organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB/DF), o concurso busca selecionar a melhor proposta de ideias para a construção de espaços humanizados destinados ao acolhimento de mulheres indígenas em situação de violência. As ideias propostas devem ser apresentadas em nível de estudo preliminar e conter um projeto de referência adaptável aos 6 biomas brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) e 2 adaptações aos biomas Amazônia e Cerrado. Devem, ainda, apresentar ambientes que respeitem as particularidades culturais, sociais e ambientais dos povos originários. O programa de necessidades, construído de forma participativa com mulheres indígenas de todo o país, é disponibilizado em português e na língua Yanomami, garantindo acessibilidade e escuta ativa. Participação e premiação As equipes proponentes devem contar com profissional responsável técnico devidamente inscrito e regular perante o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e, obrigatoriamente, incluir uma mulher indígena (com formação em qualquer área de conhecimento ou comprovada atuação nas áreas de direito das mulheres indígenas e/ou combate à violência) como integrante. A exigência visa a assegurar que as propostas estejam alinhadas aos saberes tradicionais e às especificidades dos povos, valorizando o conhecimento e a experiência ancestrais. A equipe autora da proposta vencedora assinará contrato com a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), no valor de R$ 772.869,47, para desenvolvimento dos Projetos Executivos de Arquitetura e Complementares. O segundo e terceiro lugares receberão premiações de R$ 30.000,00 e R$ 15.000,00, respectivamente. Urgência e relevância social A criação da Casa da Mulher Indígena atende a uma reivindicação histórica das mulheres originárias, expressa no manifesto Carta das Originárias da Terra, publicado pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) durante o Acampamento Terra Livre 2025 (ATL 2025). A iniciativa também se alinha ao Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado em fevereiro pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Dados recentes reforçam a urgência do equipamento. Segundo levantamento da plataforma Gênero e Número, os registros de violências contra mulheres indígenas aumentaram 258% entre 2014 e 2023. O estudo, baseado no Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde, destaca o crescimento expressivo dos casos de violência física, psicológica e, sobretudo, sexual. Os índices de assédio, estupro e exploração sexual envolvendo mulheres indígenas cresceram 297% no período, percentual superior ao aumento registrado entre a população feminina geral no país, que foi de 188%. Para a arquiteta e urbanista Luiza Coelho, integrante da equipe organizadora do concurso pelo IAB/DF, a prorrogação dos prazos busca ampliar a participação e a qualidade das propostas. "Estamos diante de uma oportunidade ímpar de contribuir para a construção de um equipamento público necessário e simbólico, que respeite a pluralidade dos povos indígenas e ofereça acolhimento digno às mulheres. A participação de arquitetas e arquitetos de todo o Brasil, com olhares diversos e sensíveis, é fundamental para que tenhamos um projeto à altura desse desafio", afirmou. Como participar O edital completo, com todas as regras, anexos e documentação complementar, está disponível no site oficial do concurso: https://concursocami.org.br. No site, também é possível acessar o cronograma atualizado, as demais bases do concurso e os esclarecimentos de dúvidas. Serviço: Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena (CAMI) Inscrições: até 15 de abril de 2026 Envio de propostas: até 29 de abril de 2026 Site oficial: https://concursocami.org.br Realização: Ministério das Mulheres, UnB/Lab Mulheres e IAB/DF O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal – IAB/DF – convida associadas/os ou entidades interessadas a apresentarem propostas para a ocupação da sala 206 do edifício Oscar Niemeyer, com área de 41m². A ocupação da sala será feita por contrato de cessão de uso de espaço físico, mediante pagamento de contribuição mensal. A cessionária deverá arcar com todas as despesas de manutenção da sala, bem como com as despesas de condomínio e de IPTU/TLP. A cessão terá o prazo de dois anos, podendo ser renovada se houver interesse do cedente e da cessionária. A cessão poderá ser rescindida de comum acordo entre as partes, a qualquer tempo.
A sala poderá ser visitada mediante agendamento prévio pelo e-mail [email protected]. PRAZO PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS: 18.3.2026. Edital com mais informações: https://drive.google.com/file/d/1I29QTNnPFMz6HN3ZG3i4mlCoKjer19Rd/view?usp=sharing Dúvidas: [email protected] Como será o Distrito Federal quando as propostas vencedoras de concursos de projeto forem construídas? Essa é a provocação que a exposição “Um DF Possível” lança ao público a partir do dia 26 de fevereiro. A mostra, organizada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) em parceria com a Escola Crítica Espaço e Território, será aberta na sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/DF). Com curadoria dos arquitetos e urbanistas Fabiano José Arcadio Sobreira, João Augusto Pereira Júnior, Luiz Eduardo Sarmento, Luiza Coelho e Paulo Victor Borges Ribeiro, a exposição reúne fotografias, ilustrações e memoriais das propostas desenvolvidas por equipes de arquitetos para diferentes tipologias — como habitação, parques públicos, conjuntos residenciais e requalificação urbana. A mostra apresenta duas categorias: 9 propostas construídas ou em obras desde 2010 e outras 19 que ainda aguardam execução, resultantes de concursos públicos de projeto realizados entre 2012 e 2022. Entre os projetos, estão os parques públicos do Gama, do Paranoá e de Águas Claras, que trazem soluções com ênfase em áreas verdes e equipamentos comunitários, e a requalificação da orla do Lago Paranoá, com a criação de novas áreas de lazer integradas à paisagem. A mostra também destaca projetos de urbanização e habitação voltados à qualificação de moradias em regiões como Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol, Santa Maria, Samambaia e Sobradinho. De acordo com Fabiano Sobreira, um dos curadores da mostra, os concursos representam um modelo democrático e transparente para a escolha de projetos públicos. “São projetos que resultaram de concursos dos mais diversos formatos e abrangências, mas que têm em comum o processo democrático e transparente e o julgamento baseado na qualidade”, afirma.
Ao todo, centenas de profissionais estiveram envolvidos nas equipes propositoras ao longo da década contemplada pela mostra. Para o IAB/DF, a iniciativa também cumpre o papel de difundir a modalidade licitatória concurso como a que melhor atende ao interesse público na contratação de projetos para obras públicas, contribuindo diretamente para a democratização da produção da cidade, para a melhoria dos espaços urbanos e para a valorização da cultura arquitetônica. Serviço: Exposição “Um DF Possível” Data de abertura: 26 de fevereiro Local: Sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU/DF) Visitação: entrada gratuita Edital lançado em 26 de janeiro receberá ideias de projetos adaptados aos seis biomas brasileiro Até 19 de março, escritórios de arquitetura de todo o país podem apresentar projetos para a Casa da Mulher Indígena (CAMI). O Concurso Público, requerido pelo Ministérios das Mulheres (MMulheres), visa à criação de espaços adequados e humanizados para acolher integrantes dos povos indígenas vítimas da violência de gênero. É resultado de um convênio estabelecido pelo Ministério com o Laboratório Mulheres, Arquitetura e Território - LAB Mulheres, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB), e será organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento Distrito Federal. O edital foi lançado no dia 26 de janeiro, durante cerimônia no Centro de Convivência Multicultural dos Povos Indígenas da Universidade de Brasília (MALOCA/UnB), em Brasília. O objeto do Concurso é uma Proposta de Ideias de Arquitetura em nível de Estudo Preliminar. Poderão formalizar propostas profissionais regularmente inscritos no CAU. A organização recomenda a participação de mulheres arquitetas e urbanistas nas equipes, especialmente na função de responsáveis técnicas. Pelo menos uma mulher indígena também deverá compor o coletivo, uma exigência que tem o objetivo de valorizar o conhecimento e a experiência e assegurar trabalhos alinhados às culturas indígenas e suas especificidades. O programa de necessidade terá tradução para o idioma Yanomami. A equipe autora da proposta vencedora assinará o contrato para desenvolvimento dos Projetos Executivos com a Finatec no valor de R$ 772.869,47. As segunda e terceira colocadas também receberão premiação em dinheiro no valor de R$ 30.000,00 e R$15.000,00, respectivamente.
O Concurso é o primeiro organizado pelo IAB-DF no âmbito de um Termo de Execução Descentralizada (TED), firmado entre o MMulheres e a UnB. Além de realizar o Concurso, o LAB Mulheres está desenvolvendo vasta pesquisa acadêmica científica sobre a Casa da Mulher Indígena, ampliando a profundidade e impacto da iniciativa. A arquiteta e urbanista Luiza Dias Coelho, integrante da equipe organizadora do concurso pelo IAB-DF, destacou as inovações do Edital, como a participação de mulheres indígenas nas equipes e a adaptação das propostas para os biomas brasileiros. "É motivo de muito orgulho e uma honra para o IAB-DF fazer parte da criação desse equipamento tão necessário e que, quando construído, será um marco na nossa história. Um marco para as mulheres e para os povos originários que tanto precisam desses espaços de apoio de equipamentos públicos muitas vezes negados", afirmou. Uma casa para fazer frente à violência de gênero contra indígenas Conforme o mais recente relatório ‘Violência contra os Povos Indígenas no Brasil’, publicado pelo Conselho Indigenista Missionário em 2024, 29 mulheres indígenas foram assassinadas em 2023. Também foram registrados 23 casos de violência sexual contra crianças, adolescentes e mulheres indígenas, além de tentativas de feminicídio de forma "brutal”. A criação da Casa da Mulher Indígena esteve entre as reivindicações expressas pelas participantes do Acampamento Terra Livre 2025 no manifesto Carta das Originárias da Terra, publicado pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA). Com o concurso, o MMulheres deseja assegurar espaços que respeitem as suas particularidades culturais, sociais e ambientais dos povos indígenas. As propostas concebidas para o Concurso também deverão considerar a adaptação para biomas brasileiros, propondo ambientes adequados para o acolhimento das mulheres indígenas e assegurando as características plurais de seus povos. Para idealização das diretrizes e a elaboração participativa de um programa de necessidades alinhado com a proposta, o Lab Mulheres, em conjunto com o MMulheres e apoio da ANMIGA, promoveu uma série de oficinas com mulheres indígenas de todo o país para desenvolvimento do programa de necessidades da CAMI. 🏁 ENCERRAMENTO DA DIVULGAÇÃO ONLINE E assim concluímos a revelação digital dos projetos premiados no Prêmio IAB-DF Amílcar Coelho Chaves 2025! Os cinco eixos demonstraram a força, a diversidade e a excelência da produção arquitetônica e urbanística dos nossos profissionais. 📄 Documentação Oficial: As atas completas com a lista de todos os premiados, menções honrosas e a detalhada avaliação da comissão julgadora de cada eixo já estão disponíveis para consulta no site oficial do IAB-DF. Acesse e confira! 🎉 O Grande Encontro é AMANHÃ! Não esqueça: a celebração presencial acontece amanhã, 15/12, às 18h30, no Auditório do CAU/DF (510 Norte). Será a noite de congratulação da nossa categoria, no Dia do/a Arquiteto/a e Urbanista! ✨ Agradecimentos Especiais Em nome da Comissão Organizadora e do IAB-DF, registramos nosso profundo agradecimento: • Aos ilustres jurados, cujo tempo, conhecimento crítico e rigorosa avaliação foram fundamentais para a qualidade desta edição: Ana Laterza, Aníbal Verri Júnior, Bruno Firmino, Camila Gomes Sant’Anna, Clarice Oliveira, Érica Cristina Castilho Diogo, Gabriela Bilá, Gabriela de Souza Tenorio, Gilson Paranhos, Gisele de Paula, Inês Martina Lersch, Jana Cândida, João Gabriel, José Leme Galvão Júnior, Juliano Loureiro de Carvalho, Leo Name, Manuela Dantas, Marcela Abla, Marcelo Savio, Maria Cláudia Candeia, Patrícia Silva Gomes, Raissa Gonçalves Monteiro, Raul Wanderley Gradim, Victor Delaqua e Vilma Patrícia Santana Silva. • À Ladrilharia pelo apoio essencial. Uma empresa que personifica a valorização do artesanal, do local e do feito à mão. Seu trabalho em preservar tradicionais de revestimento cerâmico nos lembra que a arquitetura de qualidade também se constrói a partir da materialidade, do detalhe e da alma do ofício. • Ao CAU/DF, nosso parceiro institucional, pelo inestimável apoio e por ceder o espaço para esta celebração da nossa profissão. Contamos com a presença de todos amanhã para celebrarmos juntos!
🎓 EIXO V | PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - Premiados 2025
Formando o futuro! Encerramos nossa revelação online com os premiados no eixo "Práticas Pedagógicas: Ensino e pesquisa em Arquitetura e Urbanismo". Reconhecemos a dedicação de professores e instituições que inspiram as novas gerações de arquitetos. Seu trabalho é a semente da transformação. Conheça os projetos educacionais premiados. ARQUITETURA NA PRIMEIRA INFÂNCIA O projeto Arquitetura na Primeira Infância propõe ambientes que estimulam criatividade, autonomia e consciência socioambiental desde os primeiros anos de vida. Desenvolvido pelo Filemon Tiago , integra princípios de bioconstrução, direito à cidade e urbanismo sustentável, valorizando o contato direto das crianças com a natureza e os materiais de baixo impacto ambiental. A iniciativa une prática e aprendizado, formando sujeitos críticos e colaborativos, comprometidos com a construção de cidades mais justas, inclusivas e sustentáveis. Ano de início e término das atividades: Ano de início: 2024. Ano de término: 2024. Autoria Principal: Filemon Alves Tiago e Maira Martins de Lima Equipe Principal: Filemon Alves Tiago - Arquiteto e urbanista (idealizador) Maira Martins de Lima - (Coordenadora executiva do projeto) Matheus Martins Lucas (Social mídia) Deize Vitoria Oliveira Marques (Colaboradora em técnicas construtivas) Isaac Gabriel Martins (Colaborador em técnicas construtivas) Demais Membros e Instituições: Coletivo Ideias Urbanas (Consultor) Casa do Cerrado (Parceiro institucional) Ministério Público do Estado de Goiás (Patrocinador) Imagens: Groove (@isgroove) CINE ENSAIO - Laboratório de Filmes de Arquitetura O Laboratório de Filmes de Arquitetura e Cinema Ensaístico em Atualidades da FAU-UnB transforma o ensino de História da Arquitetura em prática criativa e reflexiva. Substituindo provas e seminários por filmes autorais, o projeto estimula o pensamento crítico “por imagens”, unindo teoria, arte e extensão. Em 2023, 23 filmes foram produzidos e exibidos na Mostra de Cine-Ensaio e Arquitetura, consolidando o laboratório como espaço de inovação pedagógica e diálogo entre arquitetura, cidade e cinema. Ano de início e término das atividades: Ano de início: 2023. Ano de término: Atividade contínua. Autoria Principal: Mafalda Pantoja; André Costa; Liz Sandoval. Imagens: Mafalda Pantoja (Fotografias) PEDAGOGIA DO CARDÁPIO: liberdade e pluralidade A pedagogia do cardápio é uma inovação de avaliação nas disciplinas de Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo baseada na livre escolha das atividades. Cada estudante define quais e quantas tarefas realizará, entre opções que integram dimensões lúdicas, gráficas, críticas e digitais. A metodologia promove autonomia, protagonismo e inclusão, valorizando múltiplas inteligências e modos de aprender neurodivergentes. Os resultados evidenciam maior engajamento, satisfação e aprendizagem significativa. Ano de início e término das atividades: Atividade contínua. Autoria Principal: Ana Paula Campos Gurgel Imagens: Acervo da autora e Alexandre Guerra (@olhaoalexandre) 📚 EIXO 4 | CULTURA ARQUITETÔNICA - Premiados 2025
O poder das ideias! Estes são os premiados no eixo "Cultura Arquitetônica". Celebramos o pensamento, a reflexão e o registro que fundamentam e enriquecem a nossa prática profissional. Parabéns aos pesquisadores e autores! 👉 Veja a lista dos trabalhos reconhecidos. EXPOSIÇÃO: "Isso não é uma invasão: histórias e memórias de Brasília" A exposição "Isso não é uma invasão" abordou como as favelas e ocupações irregulares, presentes desde o final da década de 50, discutindo-as como parte essencial da formação da cidade. Organizada pelo grupo de pesquisa Capital e Periferia (UnB), reuniu trabalhos dos integrantes do grupo em uma expografia que articulou documentos, fotografias, obras e memórias de moradores. A mostra propõe uma releitura crítica das remoções e da criação das cidades-satélites, ampliando o diálogo entre pesquisa, memória e território. Ano de conclusão do trabalho: 2025 Ano de conclusão da obra: 2025 Ano de início e término das atividades: Início: 2024, Término: 2025. Autoria Principal: Ana Elisa Carnaúba Rodrigues Júlia Bianchi Ferreira Maria Fernanda Derntl Equipe Principal: Maria Fernanda Derntl (Concepção, coordenação, curadoria e textos) Gu da CEI (Concepção, coordenação e artista convidado) Ana Elisa Carnaúba e Julia Bianchi (Projeto expográfico, design gráfico e produção) Ana Elisa Carnaúba, Anny Carollyna Trindade Leite, Daniela Barbosa, Julia Bianchi, Luciana Jobim, Luisa Gonçalves de Melo, Maria Fernanda Derntl e Paulo Honorato (Pesquisa) Erê Produções – Programa Jovem de Expressão (Fotografia) Marcus Vinícius Castro de Souza (Mediação) Mateus Camargo (Montagem) Demais Membros e Instituições: Grupo Capital e Periferia e Galeria Risofloras (Realização) Programa Jovem de Expressão e FAU-UnB (Apoio) Arquivo Público do Distrito Federal (Agradecimentos) CNPq (Patrocínio) Imagens: Nakellen Silva (Fotógrafa) MOSTRA INTERNACIONAL CINEMA URBANA - Paisagens Radicais A Mostra Cinema Urbana, realizada em Brasília desde 2018, promove diálogos entre cinema, arquitetura e urbanismo. Em 2025, com o tema "Paisagens Radicais", refletiu sobre sustentabilidade, integrando debates sobre cidades, paisagem, meio ambiente e patrimônio. Com filmes, oficinas e encontros com foco nas emergências climáticas, buscou ampliar o acesso ao cinema de arquitetura, assim como, fortalecer Brasília como polo cultural ao valorizar a cidade como campo de reflexão pública. Ano de início e término das atividades: 13 a 17 de agosto de 2025 Autoria Principal: Liz Sandoval Equipe Principal: Direção Geral: Liz Sandoval Produção executiva: Isabella Atayde Direção Artística: Raquel Chaves Curadoria: Sofia Mourato, Liz Sandoval e André Costa Formativas: Tania Montoro Assessoria de Imprensa: Objeto Sim Vinheta e registro videográfico: Tenório filmes Registro fotográfico: André Zimmerer Consultoria de acessibilidade: Patricia Mazoni Júri: Marcela Borela, Iván Contreras e Fabio Rodrigues Assistente de produção: Luiz Mir Assistente de acessibilidade: Beatriz Cruz Demais Membros e Instituições: SECEC/DF, FAC DF e Programa Conexão Cultura (Realização) CAU/DF; IAB/DF; IPHAN/DF (Apoio Institucional) FAU/UNB, IFB (Apoio Institucional) FundAthos e URB memória– Troféu Melhor Filme de Brasília Biombo (cenografia) Cinesystem e Casapark (Apoio Marketing) Rede Katahirine - Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas (Parceria Curatorial) Mostra Cinema árabe Feminino (Parceria Curatorial) RIFCA- Rede Interamericana de Festivais de Cinema e Arquitetura (Parceria Internacional) Festival Image De Ville (Parceria Internacional) Espaço Cultural Renato Russo (Cessão de Espaço) Imagens: André Zimmerer (Fotógrafo) Raquel Chaves (Designer) (RE)INVENÇÃO: Pavilhão do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza A exposição propõe uma narrativa em dois atos, articulada por instalações que exploram equilíbrio e leveza no Pavilhão do Brasil. O primeiro ato revela como povos indígenas transformaram o território há milênios, integrando técnica e natureza. O segundo reflete sobre a arquitetura contemporânea e suas infraestruturas, destacando práticas inventivas e sustentáveis. Três eixos expositivos abordam apropriação social, estruturas abertas e novas coexistências projetuais. Ano de conclusão do trabalho: 2025 Ano de conclusão da obra: 2025 Autoria Principal: Eder Rodrigues de Alencar Luciana Sabóia Fonseca Cruz Matheus Conque Seco Ferreira Equipe Principal: André Velloso, Carol Pescatori, Cauê Capillé, Daniel Mangabeira, Guilherme Lassance, Henrique Coutinho e Sergio Marques (Arquitetos Colaboradores) Imagens: Federico Cairoli (Fotógrafo) RESULTADO PRÊMIO IAB DF 2025 | EIXO III - URBANISMO, ARQUITETURA DA PAISAGEM, PLANEJAMENTO E CIDADESEIXO 3 | URBANISMO, ARQUITEURA DA PAISAGEM, PLANEJAMENTO E CIDADES - Premiados 2025
Revelamos os premiados no eixo "Urbanismo, Planejamento e Cidades". Estes projetos são fundamentais para moldar um mundo mais integrado, sustentável e belo. Parabéns aos urbanistas, paisagistas e planejadores! Confira os projetos vencedores aqui. JARDIM DAS PEDRAS Projeto de paisagismo para uma residência no Tororó/DF, em terreno íngreme de Cerrado Rupestre, com solo raso e rochoso. O projeto adota uma estética naturalista, com dezenas de espécies nativas, integrando o jardim à reserva ambiental por meio de princípios ecológicos. Inclui trilha, pergolado, banco de concreto, banheira e ducha com reuso de águas. Em fase de consolidação, o jardim já demonstra resiliência e economia hídrica, fortalecendo a biodiversidade do Cerrado e a identidade de Brasília — um paisagismo de reconexão. Ano de conclusão do trabalho: 2024 Ano de conclusão da obra: 2024 Ano de início e término das atividades : Ano de início: 2024. Ano de término: 2024. Autoria Principal: Gabriela Cascelli Farinasso Equipe Principal: Gabriela Cascelli Farinasso (arquiteta paisagista) Demais Membros e Instituições: Cleiton do Carmo (ilustrações em aquarela) Eugênio Ferreira (equipe de implantação) Flávia Nogueira, Romero Melo, Vinícius Lima (mudas) Verdenovo Sementes (sementes) Imagens: Cleiton do Carmo (ilustrações em aquarela) Gabriela Cascelli Farinasso (Fotografias) MAPA DAS PERIFERIAS A Secretaria Nacional de Periferias reconhece as periferias como territórios de potência, inovação e construção coletiva de conhecimento. Por meio do Mapa das Periferias e do Mapeamento Popular, conecta dados oficiais e saberes locais, tornando visíveis realidades invisibilizadas e fortalecendo o protagonismo comunitário na formulação de políticas públicas mais justas e transformadoras. Ano de início e término das atividades: Início em 2023. Término: atividade contínua Autoria Principal: Camila Leal Costa Talita Stael Pimenta da Silva Costa Thiago Pereira Melo Equipe Principal: Guilherme Simões Pereira (Secretário Nacional das Periferias | SNP) Flávio Tavares Brasileiro (Diretor do Departamento de Urbanização | SNP) Andresa dos Santos Oliveira (Equipe de Urbanismo) Bruna Garritano Ferreira (Equipe de Urbanismo) Bruno Leonardo Fonseca do Nascimento (Equipe de Urbanismo) Edgar Ramos Barra (Equipe de Mobilização) Fábio de Moraes (Equipe de Urbanismo) Fernando Soares (Equipe de Mobilização) Fernando Túlio Salva Rocha Franco (Equipe de Urbanismo) Gabriele Silveira Câmara (Equipe de Geotecnologia) Gilson Santos (Equipe de Tecnologia da Informação) Hannara Catarine Cunha Dias (Equipe de Mobilização) Hugo Aurélio Salgueiro Santos (Equipe de Geotecnologia) (in memorian) Isis Thayzi Silva de Souza (Equipe de Mobilização) João Porto de Albuquerque (Consultoria Mapeamento Popular) Joelma de Sousa dos Santos (Equipe de Mobilização) Jorge Godoy (Equipe de Tecnologia da Informação) Julia Magnoni (Equipe de Comunicação) Katarina Scervino (Equipe de Comunicação) Kyle Felipe Roberto (Equipe de Tecnologia da Informação) Larissa Schmillevitch (Equipe de Tecnologia da Informação) Leonardo Boezio Alves Marques (Equipe de Mobilização) Luan Melo (Equipe de Urbanismo) Lucas Pirolla (Equipe de Tecnologia da Informação) Marbrisa N Reis das Virgens (Equipe de Geotecnologia) Marcus Bros (Equipe de Urbanismo) Suzana Rocha Santos (Equipe de Geotecnologia) Demais Membros e Instituições: Fiocruz Imagens: Fabiana Batista Leandro Vaz Natalia Hare 🛋️ EIXO 2 | INTERIORES E DESIGN - Premiados 2025
A excelência está nos detalhes! Conheçam agora os projetos premiados no eixo "Interiores e Design.". Celebramos a criatividade e a sensibilidade que dão vida e função aos nossos ambientes. Parabéns a todos os profissionais e studios premiados! A lista completa está no post! APARTAMENTO BURITI Localizado no Sudoeste, em Brasília, o apartamento com 65 m² recebeu uma reforma com o objetivo de aproveitar e valorizar os móveis e objetos de arte existentes do cliente. Inspirado no buriti, árvore nativa do cerrado brasileiro, o conceito permeou todo o projeto, influenciando as escolhas de cores e texturas. A integração dos ambientes foi um ponto central da reforma e buscou proporcionar flexibilidade e amplitude ao espaço. Ano de conclusão do trabalho: 2023 Ano de conclusão da obra: 2024 Ano de início e término das atividades: Ano de início: 2023. Ano de término: 2024 Autoria Principal: Danilo Fleury Equipe Principal: Salar Construtora (Execução) Marcela Budó (Estagiária) Imagens: Joana França (Fotógrafa) APARTAMENTO CACO Localizado na Asa Norte, em Brasília, este apartamento de 47m² passou por uma reforma que demoliu quase todas as paredes internas para integrar os ambientes, tendo com foco a iluminação natural, ventilação e amplitude dos espaços. A reforma do apartamento reutilizou as cerâmicas originais, que foram transformadas em caquinhos e utilizadas como revestimento na cozinha e nos banheiros. O reúso dos materiais de demolição reflete um compromisso com a sustentabilidade, ao reduzir os entulhos da obra, e também à valorização do trabalho artesanal. Ano de conclusão do trabalho: 2023 Ano de conclusão da obra: 2024 Ano de início e término das atividades: Ano de início: 2023. Ano de término: 2024 Autoria Principal: Danilo Fleury Equipe Principal: Marcela Budó (Estagiária) Demais Membros e Instituições: Salar Construtora (Execução) Imagens: Joana França (Fotógrafa) EXPOSIÇÃO TERRACONCRETO Buscamos ampliar o ambiente da galeria ao máximo, usando um único piso de terra compactada, deixando apenas os quatro pilares cilíndricos de concreto bruto como interferências no centro da galeria. As obras criam seus próprios circuitos e, sendo esculturas, reservam espaço para circundá-las. Ano de conclusão do trabalho: 2024 Ano de conclusão da obra: 2024 Autoria Principal: Thiago de Andrade Pilar Pinheiro Manoel Fonseca Equipe Principal: Autores projeto expográfico: Thiago de Andrade, Pilar Pinheiro, Manoel Fonseca e Marianna Resende Desenvolvimento projeto: Gustavo Souza, Caio Fleury Artistas: Adriana Vignoli, Cásar Becker, Matias Mesquita Curadoria: Renata Azambuja Produção: A Pilastra Montagem: C2 Iluminação: Jefferson Landim Demais Membros e Instituições: Centro Cultural do Tribunal de Contas da União (CCTCU) Espaço Cultural Marcantonio VIlaça Imagens: Jean Peixoto (Fotógrafo) 🏗️ EIXO 1 | EDIFICAÇÕES
É com grande satisfação que divulgamos os projetos premiados no eixo Edificações do Prêmio Amílcar Coelho Chaves 2025! Parabéns aos arquitetos e equipes pelos trabalhos excepcionais que transformam o nosso horizonte e elevam a qualidade do espaço construído no DF. 👉 Confira a lista completa de premiados na publicação! CASA COURI - ARQBR No lote de 713 m² em um condomínio residencial, o projeto se organiza em torno de um pequizeiro nativo, protegido e simbólico do cerrado. A casa térrea, compacta e permeável, desenha-se como uma fita que se ajusta ao terreno, criando pátios e varandas que integram interior e exterior. Os vazios promovem convivência e contato com a natureza, preservando a árvore e o bosque vizinho como elementos centrais da experiência cotidiana. Autoria: ARQBR (@arqbr.au) Fotos: Joana França (@joanafranca ) CONDOMÍNIO LUAR GRANDE Localizado em um terreno de 20.000 m² no Lago Sul, o condomínio foi projetado para uma mesma família, composta pelos pais e seus quatro filhos, que desejavam coabitar o espaço de forma independente, mas integrada. O desafio foi acomodar cinco famílias e uma edificação de apoio em apenas quatro parcelas permitidas pela norma, sem cercas ou divisões físicas. A solução adotada baseia-se na repetição de um módulo arquitetônico, configurando duas casas “duplas”, com módulos espelhados, e uma casa simples. Essa estratégia garante flexibilidade de uso e possibilidade de adaptação entre unidades. Autoria: Bloco Arquitetos (@bloco_arq) Fotos: Joana França (@joanafranca) RESTAURO DO BLOCO H DA SQS 308 O restauro deste edifício histórico em Brasília, projeto dos arquitetos Marcelo Campello e Sérgio Rocha, atualizou os equipamentos e cômodos exigidos pela legislação atual, mantendo-se a linguagem e os elementos plásticos definidores do projeto em consonância com o original. Situado na SQS 308, o bloco H faz parte do patrimônio moderno tombado, o que exige cuidado e responsabilidade incomuns. Além de ser constituído por modificações pouco lastreadas em estudos, existem técnicas e materiais semelhantes disponíveis no mercado e aparente equivalência entre métodos e sistemas construtivos. Autoria: Atelier Paralelo (@atelierparalelo) Fotos: Maurício Araújo (@mauricio.photo) Chapa Cooperação é eleita, tendo recebido todos os votos válidos As eleições para o Conselho Diretor, o Conselho Fiscal e o Conselho Superior do IAB-DF foram encerradas na sexta-feira, 28 de novembro de 2025. Tendo em vista o Calendário Eleitoral, a homologação do resultado foi realizada ontem, 01 de dezembro de 2025, pela Comissão Eleitoral. Seguem abaixo as informações pertinentes. A Comissão Eleitoral do Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento Distrito Federal (IAB-DF), no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, após o encerramento da votação online ocorrida a partir das 00h01 do dia 27 de novembro até as 23h59 do dia 28 de novembro de 2025, e concluída a totalização dos votos processados pelo sistema digital, torna público o RESULTADO DA APURAÇÃO para os cargos do Conselho Diretor, Conselho Fiscal, Representantes ao Conselho Superior (COSU) e Diretorias. 1. RESUMO DA VOTAÇÃO (DEPARTAMENTO)
Considerando a totalidade dos votos válidos, declaramos ELEITA, com a integralidade dos votos expressos, a CHAPA 1 – Chapa Cooperação, para o Conselho Diretor e o Conselho Fiscal do IAB-DF. 3. DISPOSIÇÕES FINAIS Fica aberto o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para interposição de recursos, contados a partir desta publicação, conforme Art. 26 do Regimento Eleitoral. Não havendo recursos ou após o julgamento dos mesmos, o que deve ocorrer em no máximo quarenta e oito horas após protocolados, este resultado será homologado para posse cartorial, que deve ocorrer até o dia 31 de dezembro de 2025, conforme definido em Estatuto. Considerando ainda que a referida votação atendeu a todas as disposições estatutárias e regimentais referentes ao processo eleitoral; e Após deliberação da Comissão Eleitoral, composta pelos colegas Haroldo Pinheiro Villar de Queiroz, Gilson José Paranhos Silva e Liara Monique Brito de Oliveira Ramortsua, com base nas análises e pareceres pertinentes, RESOLVE: Homologar a votação das Eleições do IAB-DF 2025, para Gestão 2026-2028, tendo como chapa ganhadora com totalidade de votos válidos para a Chapa Cooperação como candidata única às eleições do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal, gestão 2026/2028. CHAPA COOPERAÇÃO: A eleição deste ano conta com uma única chapa inscrita, a Chapa “Cooperação”, composta pelos colegas Leonardo Lima e Sá, candidato à Presidência, e João Augusto Pereira Júnior, candidato à Vice-Presidência. A formação completa é a seguinte: Presidente: Leonardo Lima e Sá Vice-Presidente: João Augusto Pereira Júnior Diretora Financeira: Luiza Rego Dias Coelho Secretária-Geral: Anie Caroline Afonso Figueira Diretora Cultural: Cecília de Almeida Silva Diretores Culturais Adjuntos: José Leme Galvão Junior e Victor Veiga Castro Diretora de Comunicação: Jessica Alves dos Santos Lima Diretor de Concursos e Qualificação Profissional: Marcelo Ulisses Pimenta Diretor Adjunto de Concursos e Qualificação Profissional: Luiz Otavio Alves Rodrigues Diretor de Cidades: André Júnio Tavares Barbosa Diretora Adjunta de Cidades: Lorrany da Silva Arcanjo Conselheiros Fiscais: Iuri Cesário Araújo, Larissa Lopes Marreiros e Luiz Henrique Dias da Silva Conselheiros Superiores: Alyssa Volpini Lustosa, Antônio Carlos Moraes de Castro, José Leme Galvão Junior, Liz da Costa Sandoval e Luiza Rego Dias Coelho Conselheiros Superiores Suplentes: Luiz Otavio Alves Rodrigues e Raul Brochado Maravalhas. Programa - chapa Cooperação Eixo Cultura O IAB/DF deve assumir seu papel de difusor de cultura arquitetônica e urbanística. Queremos promover atividades (exposições, encontros, entre outros) que propiciem essa difusão e promovam o encontro de profissionais de arquitetura e urbanismo. Queremos dar continuidade à valorização do acervo arquivístico e da biblioteca do IAB/DF, bem como continuar com a realização de exposições e publicações. Além disso, seguir na defesa do patrimônio cultural no DF, mantendo a participação em conselhos e interlocução com as demais entidades e órgãos competentes. Queremos dar continuidade as ações culturais tradicionais, como a premiação. Eixo Concursos e qualificação O IAB/DF deve se posicionar como defensor e incentivador da promoção de concursos de arquitetura e urbanismo, apresentando-se sempre como referência na organização e no debate sobre o tema. Queremos conscientizar o poder público da necessidade de uma regulamentação adequada à modalidade de licitação concurso. Queremos promover a troca de experiências entre as diferentes escolas de arquitetura do DF. Queremos promover cursos aproveitando a experiência de associadas/os do IAB. Queremos difundir o concurso de projeto como modalidade preferencial e recomendada pela UNESCO para obras públicas. Eixo Cidades O IAB/DF deve instigar um desenvolvimento justo no DF. Queremos ter participação de qualidade no Conplan e demais instâncias pertinentes. Queremos manter e reforçar nossas relações com movimentos sociais de defesa do direito a cidade e moradia digna. Queremos organizar encontros para debater questões urbanas com arquitetas/os do DF. Queremos defender um DF com melhor qualidade de vida para todas/os - cidades para pessoas, não para carros. Eixo Comunicação O IAB/DF deve manter o interesse das novas gerações na instituição. Queremos criar contatos com estudantes e recém formados. Queremos promover ações de comunicação que promovam a arquitetura do DF para a sociedade. Queremos registrar e divulgar as diversas ações realizadas pelo IAB, mantendo informadas as pessoas associadas e parceiras das nossas atuações. Eixo Nacional O IAB/DF deve promover suas posições progressistas junto à diretoria nacional. Queremos incentivar a desburocratização dos processos do COSU. Queremos promover o respeito das competências estatutárias do COSU. Queremos seguir com a defesa das ações afirmativas, principalmente a construção de um espaço político que promova a equidade e combata o machismo, racismo, lgbtfobia e as demais formas de discriminação e violência política. Eixo Organização interna O IAB/DF deve assegurar sua perenidade. Queremos estabelecer um fundo patrimonial com regras para sua utilização, assegurando a sustentabilidade financeira do instituto. Queremos reduzir a complexidade operacional do instituto. Queremos documentar processos e regras acerca da remuneração e da ajuda de custo para com as pessoas a serviço do IAB/DF. Relembrando o Calendário Eleitoral: 27/08 | Instalação da Comissão Eleitoral; 28/08 | Publicação de convocatória 30/09 | Data limite para quitação de débitos e realização de associação - condição necessária para votar e ser votado - ou atualização de dados; 31/10 | Prazo final para inscrição de chapas; 07/11 | Homologação das chapas; 08/11 a 26/11 | Apresentação de propostas pelas chapas e campanha; 27 e 28/11 | Realização das eleições do Departamento. até 01/12 | Homologação do resultado O IAB é uma construção coletiva. Participe e construa o futuro do IAB-DF! Neste 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, o IAB/DF convoca os arquitetos e urbanistas à reflexão sobre como o racismo estrutura e atravessa nossa profissão. A data reforça a urgência do debate antirracista no campo do planejamento urbano e da arquitetura. Em 2020, o IAB/DF promoveu a live "Como ser antirracista na prática profissional?", que reuniu as cofundadoras da Coletiva Arquitetas (in)Visíveis e integrantes da Comissão de Equidade de Gênero e Raça do IAB/DF, Raquel Freire e Luiza Dias, além das arquitetas e urbanistas Thaís Nara e Kariny Nery. No ano seguinte, o II Censo das Arquitetas e Arquitetos e Urbanistas do Brasil (2021) incluiu pela primeira vez o perfil racial dos profissionais. Entre os 41.897 profissionais ouvidos, 22% se identificaram com a cor ou raça negra (18% parda e 4% preta), trazendo à tona a sub-representação de pessoas negras na categoria. As reflexões propostas à época mantêm-se atuais e se constituem como um convite à formação permanente de todo arquiteto e urbanista que compreende a superação do racismo como uma tarefa profissional cotidiana. A luta antirracista potencializa a qualidade e o alcance social do nosso trabalho, contribuindo para cidades mais justas e democráticas. Assista! A Conselheira Superior e Coordenadora de Ações Afirmativas do IAB/DF, Raquel Freire, traz a seguinte reflexão: Em 2025, dados inéditos do IPE DF revelam: o Distrito Federal se consolida como população majoritariamente negra, representando 57,8% de nossos habitantes. Em celebração e luta no dia 20 de novembro, relembramos que, uma cidade justa e inclusiva é uma cidade com medidas que buscam combater a violência urbana contra pessoas negras, seja ela resultante do racismo ambiental, da insegurança urbana, da vulnerabilidade habitacional, da ausência de infraestrutura, da criminalização de patrimônio históricos afro-brasileiros, entre outras lutas cotidianas de pessoas negras no Brasil. Nosso papel é lembrar que o racismo nas cidades não se combate apenas no dia 20 de novembro, mas em todos os momentos e espaços que acreditamos serem necessários. A pesquisa do IPE está disponível no link: https://www.ipe.df.gov.br/documents/d/ipedf/retratos-do-distrito-federal-2024_raca-cor ___________________________________ O IAB/DF anuncia a abertura das inscrições para o curso "Letramento Racial para Profissionais da Arquitetura e Urbanismo", com 20% de desconto exclusivo para associados. A formação, ministrada pela professora Cláudia Sales, surge como uma iniciativa fundamental para capacitar profissionais no enfrentamento ao racismo estrutural e na construção de uma arquitetura mais justa e inclusiva. Sobre o curso Com carga horária de 60 horas na modalidade EAD, o curso oferece 120 dias de acesso aos conteúdos divididos em dois módulos: Módulo 1: Compreendendo o racismo estrutural e a arquitetura colonizada Módulo 2: Antirracismo, decolonialidade e transformação de mercado A formação se destina a arquitetos, urbanistas, gestores e colaboradores de escritórios que buscam compreender e transformar as estruturas racistas presentes tanto na sociedade quanto no exercício profissional. Por que o letramento racial é importante? O letramento racial configura-se como uma ferramenta essencial para a formação profissional contemporânea. Não apenas educa sobre o racismo estrutural, mas mobiliza todos os atores envolvidos sobre seu papel no combate a essa realidade. A partir dessa compreensão, os profissionais são convidados a refletir sobre como o antirracismo é uma responsabilidade coletiva, melhorando as relações de trabalho e interpessoais, além de reduzir o impacto do racismo nos escritórios e na trajetória de profissionais negras e negros. Ministrante de referência A curso será ministrado por Cláudia Sales, pedagoga, arquiteta e urbanista com ampla experiência em docência, pesquisa e gestão de projetos. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC) com pós-doutorado em Educação pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), atua principalmente nas áreas de Arquitetura e Urbanismo com foco em projetos sociais, políticas afirmativas, decolonização e preservação do patrimônio cultural. Atualmente coordena a formação no Kuya - Centro de Design do Ceará e atua como Coordenadora Adjunta da Câmara Temática de Difusão de Políticas Afirmativas do CAU/BR, tendo sido membro ativa de comissões voltadas para políticas afirmativas e ensino no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil na gestão 2021-2023. SERVIÇO: Curso: "Letramento Racial para Profissionais da Arquitetura e Urbanismo" Carga horária: 60 horas Modalidade: EAD Período de acesso: 120 dias Desconto: 20% para associados IAB/DF (cupom: CONSCIENCIA20) Inscrições: https://fdr.org.br/uane/letramento-racial-arquitetura-urbanismo |
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Abril 2026
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