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IAB/DF e o ICOMOS DF promovem o curso "Valor do moderno: arquitetura e mercado imobiliário em Brasília", voltado à qualificação de profissionais que atuam no mercado imobiliário do Distrito Federal, e demais interessados. O curso aborda a relação entre patrimônio, arquitetura moderna e mercado imobiliário, discutindo como reconhecer, comunicar e valorizar os atributos culturais dos edifícios do Plano Piloto. A programação reúne uma aulas teóricas, módulos expositivos e uma visita técnica, combinando fundamentos teóricos com experiências práticas a partir de exemplos da arquitetura de Brasília. Entre os temas abordados estão:
Mais informações Datas: 21 e 22 de agosto de 2026 Formato: Aulas presenciais e visita técnica Público-alvo: Corretores de imóveis, arquitetos, urbanistas, estudantes, gestores condominiais, síndicos, proprietários de imóveis e demais interessados no mercado imobiliário e na arquitetura moderna. Local - Sede do IAB-DF: Ed. Oscar Niemeyer - SCS Quadra 2 Bloco D, Setor Comercial Sul, Sl 207 - Asa Sul, Brasília Investimento: R$ 400,00 Associados do IAB/DF ou ICOMOS/DF terão desconto na inscrição! - Vagas: 15 participantes; - Desconto: 20% para associados do IAB/DF e do ICOMOS, bem como para pessoas pretas, pardas e indígenas - mediante documento comprobatório. - Bolsas: 2 bolsas integrais destinadas a pessoas inscritas no CadÚnico ou que tenham ingressado em instituições de ensino por meio de cotas sociais ou raciais - mediante documento comprobatório; Outras políticas de desconto e gratuidade podem ser conferidas no site do IAB.
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, Em celebração ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho, e ao Dia da Mulher Arquiteta, celebrado em 31 de julho, o IAB/DF realiza um ciclo de atividades dedicado às trajetórias, à produção e à atuação das mulheres na arquitetura e no urbanismo.
A programação reúne quatro atividades, entre os dias 23 e 30 de julho, incluindo debates, uma visita guiada e uma sessão de cinema. O ciclo conta com o apoio da Escola Crítica Espaço e Território e da Mostra Cinema Urbana. PROGRAMAÇÃO Com a palavra... o projeto! 23 de julho (quinta-feira), às 19h Local: Escola Crítica Espaço e Território Endereço: Edifício Baracat . setor comercial sul . sala 1401 Nesta edição especial do projeto, as arquitetas Bárbara Alvarenga e Manuela Galvão apresentarão seus projetos tendo os desenhos como principal instrumento de diálogo. A conversa abordará as decisões projetuais, os detalhes construtivos, a implantação e outros aspectos que fazem parte do desenvolvimento de cada obra, tendo o projeto como ponto de partida para a troca de experiências e o debate com o público. Participação exclusiva mediante inscrição prévia por formulário. Formulário de inscrição: https://forms.gle/jYBvFTaGV7hfEdA76 Tour guiado: Projetos e trajetórias das arquitetas do Banco Central do Brasil 24 de julho (sexta-feira), às 14h15 Local: Banco Central do Brasil (ponto de encontro: plataforma em frente ao eixinho) Conduzida pelas arquitetas que atuam na instituição, Carla Sanches, Carmen Lima e Lilian Barbosa, a visita apresentará projetos desenvolvidos por elas no Banco Central e o cotidiano da atuação profissional em um órgão público. O percurso também inclui uma conversa sobre trajetórias, desafios e experiências das arquitetas na profissão. Participação exclusiva mediante inscrição prévia por formulário. Atividade destinada a arquitetas e estudantes de Arquitetura e Urbanismo que se reconheçam como mulheres. Formulário de inscrição: https://forms.gle/uo5xmxftd9AVH1Q56 (a resposta do questionário não garante automaticamente a vaga. Entraremos em contato via email ou wpp para confirmação.) Da Teoria ao Projeto: a produção de arquitetas negras na Arquitetura e Urbanismo 29 de julho (quarta-feira), às 19h Local: Escola Crítica Espaço e Território Endereço: Edifício Baracat . setor comercial sul . sala 1401 Ministrada pela arquiteta e urbanista Raquel Freire, a palestra-aula propõe um percurso pela produção teórica e projetual de arquitetas negras que vêm contribuindo de forma significativa para a arquitetura e o urbanismo. A partir de projetos, obras e formulações críticas, serão discutidos diferentes contextos de atuação, estratégias de intervenção e abordagens projetuais, ampliando o repertório e o debate sobre o pensamento crítico e a prática da arquitetura e do urbanismo. Participação exclusiva mediante inscrição prévia por formulário. Formulário de inscrição: em breve. Projeto Cinema Crítico: Arquitetura Hoje! 30 de julho (quinta-feira), às 19h Local: Escola Crítica Espaço e Território Endereço: Edifício Baracat . setor comercial sul . sala 1401 A exibição, realizada em parceria com a Mostra Cinema Urbana, será dedicada ao quinto episódio da série documental Arquitetura Hoje!, apresentada pela arquiteta e pesquisadora Gabriela de Matos. O filme convida o público a refletir sobre o papel da arquitetura e do urbanismo na transformação social das periferias brasileiras, apresentando iniciativas coletivas conduzidas pelas arquitetas Ester Carro, idealizadora do Projeto Fazendinha, em Paraisópolis (SP), e Carina Guedes, fundadora do Arquitetura na Periferia, em Belo Horizonte (MG). Após a exibição, haverá uma conversa com o público sobre os temas abordados no documentário. Inscrições enviar e-mail para: [email protected] Participação exclusiva mediante inscrição prévia por e-mail. O segundo encontro deu continuidade ao processo de construção coletiva da carta do IAB/DF e aprofundou os debates sobre políticas territoriais, metropolização e acesso à moradia
O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB/DF) realizou, na sexta-feira, 17 de julho de 2026, no Espaço da Memória da UnB (MemoUnB), o 2o Encontro da Comissão de Política Urbana (CPU). A atividade deu continuidade ao processo de construção coletiva da Carta aos Candidatos e Candidatas para as eleições de 2026, documento que orientará o posicionamento institucional da entidade sobre os principais desafios urbanos, territoriais e ambientais do Distrito Federal. O encontro reuniu arquitetas e arquitetos, urbanistas, docentes, pesquisadoras(es), representantes de instituições públicas, organizações da sociedade civil e parlamentares, seus representantes e demais pessoas interessadas no debate urbano. A mesa de abertura contou com a participação de Luiza Coelho e João Augusto, co-presidentes do IAB/DF, Anie Figueira, secretária-geral da entidade, e André Tavares, diretor de Cidades do IAB/DF. Durante a abertura, foi reafirmado o compromisso histórico do IAB/DF com a defesa da democracia, do planejamento urbano, do direito à cidade e da construção de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades territoriais. Também foi destacada a importância da CPU como espaço permanente de formulação, reflexão crítica e construção coletiva de propostas para o Distrito Federal. Eixos debatidos O segundo encontro teve como foco os eixos Políticas Territoriais e Metropolização e Acesso à Moradia. Os debates partiram da revisão da Carta Aberta à Sociedade, publicada pelo IAB/DF em 2018, buscando identificar os desafios que permanecem atuais e os temas que precisam ser atualizados diante das transformações urbanas ocorridas nos últimos anos. Entre os assuntos abordados estiveram: ● planejamento territorial e governança metropolitana; ● integração entre Distrito Federal e municípios do entorno; ● instrumentos de política urbana previstos no Estatuto da Cidade; ● função social da propriedade; ● políticas habitacionais e diversidade de soluções de moradia; ● assistência técnica em habitação de interesse social; ● locação social e utilização de imóveis vazios; ● proteção de populações vulnerabilizadas e mediação de conflitos fundiários. A CPU reforça que o encontro teve caráter de escuta ativa, e que as contribuições recebidas serão sistematizadas para subsidiar a elaboração da carta, sem divulgação individualizada das falas ou posicionamentos apresentados durante a reunião. Contribuições e devolutiva Como encaminhamento, foi definido que as contribuições complementares poderão ser enviadas à Comissão de Política Urbana pelo e-mail [email protected] até o dia 1° de agosto de 2026, correspondente ao prazo de 15 dias após a realização do encontro. A CPU realizará a sistematização das propostas recebidas e encaminhará uma devolutiva aos participantes até o dia 6 de agosto de 2026, respeitando o prazo de 20 dias após o evento. Os próximos encontros da Comissão de Política Urbana seguirão aprofundando os demais eixos temáticos que irão compor a Carta aos Candidatos e Candidatas do IAB/DF para as eleições de 2026, com destaque para o debate sobre mobilidade urbana e transporte, previsto para a próxima reunião. Para o IAB/DF, a continuidade dos trabalhos da CPU reafirma o compromisso da entidade com a construção de cidades mais democráticas, inclusivas, sustentáveis e socialmente justas, fortalecendo o diálogo entre técnica, sociedade e territórios. Mais informações Comissão de Política Urbana (CPU/IAB-DF): [email protected] Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB/DF) www.iabdf.org.br | [email protected] | (61) 99285-5308 O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) convoca seus associados para a Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 22 de julho de 2026, na sede da entidade.
A Assembleia Geral é a principal instância deliberativa do IAB/DF e representa um importante espaço de participação dos associados na vida institucional da entidade. É nesse momento que são discutidos e deliberados temas relevantes para o Instituto, fortalecendo a gestão democrática e a construção coletiva de suas decisões. Nesta reunião, serão apreciados os seguintes pontos de pauta: Terreno da L2 Sul; Fundo patrimonial. Data: 22 de julho de 2026 Horário: 18h30 – Primeira convocação 19h – Segunda convocação Local: Sede do IAB/DF Edifício Oscar Niemeyer SCS Quadra 2, Bloco D, Sala 207 – Brasília/DF A Assembleia é aberta à participação de todos os associados. O direito a voto é reservado aos associados titulares (profissionais formados) com a associação em dia, conforme previsto no Estatuto do IAB/DF. Mais informações podem ser consultadas no Estatuto do IAB/DF, disponível no site. IAB/DF e o ICOMOS DF promovem o curso "Valor do moderno: arquitetura e mercado imobiliário em Brasília", voltado à qualificação de profissionais que atuam no mercado imobiliário do Distrito Federal, e demais interessados. O curso aborda a relação entre patrimônio, arquitetura moderna e mercado imobiliário, discutindo como reconhecer, comunicar e valorizar os atributos culturais dos edifícios do Plano Piloto. A programação reúne uma aulas teóricas, módulos expositivos e uma visita técnica, combinando fundamentos teóricos com experiências práticas a partir de exemplos da arquitetura de Brasília. Entre os temas abordados estão:
Mais informações Datas: 21 e 22 de agosto de 2026 Formato: Aulas presenciais e visita técnica Público-alvo: Corretores de imóveis, arquitetos, urbanistas, estudantes, gestores condominiais, síndicos, proprietários de imóveis e demais interessados no mercado imobiliário e na arquitetura moderna. Local - Sede do IAB-DF: Ed. Oscar Niemeyer - SCS Quadra 2 Bloco D, Setor Comercial Sul, Sl 207 - Asa Sul, Brasília Investimento: R$ 400,00 Associados do IAB/DF ou ICOMOS/DF terão desconto na inscrição! - Vagas: 15 participantes; - Desconto: 20% para associados do IAB/DF e do ICOMOS, bem como para pessoas pretas, pardas e indígenas - mediante documento comprobatório. - Bolsas: 2 bolsas integrais destinadas a pessoas inscritas no CadÚnico ou que tenham ingressado em instituições de ensino por meio de cotas sociais ou raciais - mediante documento comprobatório; Outras políticas de desconto e gratuidade podem ser conferidas no site do IAB.
Encontro reuniu arquitetos, urbanistas, movimentos sociais, pesquisadores e representantes da sociedade civil para debater os desafios urbanos do Distrito Federal.
O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB/DF) realizou, no dia 19 de junho, no Espaço da memória da UnB - MemoUnB, a reunião de retomada da Comissão de Política Urbana (CPU). O encontro marcou a reativação de um dos mais importantes espaços de formulação e incidência política da entidade, reunindo arquitetas e arquitetos, urbanistas, docentes, pesquisadoras(es), representantes de movimentos sociais, mandatos parlamentares, organizações da sociedade civil e demais atores comprometidos com o debate urbano no Distrito Federal. A atividade teve como principal objetivo iniciar o processo de construção coletiva da Carta aos Candidatos e Candidatas do IAB/DF para as eleições de 2026, documento que historicamente orienta o posicionamento institucional da entidade frente aos desafios urbanos, territoriais e ambientais do Distrito Federal. A mesa de abertura contou com a participação de Luiza Coelho e João Augusto, Co-presidentes do IAB/DF, Anie Figueira, secretária-geral da entidade, e André Tavares, Diretor de Cidades do IAB/DF. Durante a abertura, foram resgatados aspectos da trajetória histórica do IAB/DF, reafirmando o compromisso da entidade com a defesa da democracia, do planejamento urbano, das reformas urbanas e do direito à cidade. Também foi destacada a importância da retomada da CPU como espaço permanente de reflexão crítica, construção coletiva e incidência política sobre os rumos do território distrital. A metodologia apresentada prevê a realização de encontros temáticos ao longo dos próximos meses, com ampla participação social, sistematização progressiva dos debates e construção coletiva das propostas que irão compor a Carta aos Candidatos e Candidatas. Direito à cidade, clima e participação social entre os temas centrais A escuta coletiva evidenciou a diversidade de experiências e trajetórias presentes no encontro, reafirmando a importância de ampliar os sujeitos do planejamento urbano e incorporar ao debate as experiências produzidas nos territórios populares, periféricos e rurais. Entre os principais temas debatidos estiveram o fortalecimento institucional do IAB/DF, o direito à cidade, a gestão democrática, a emergência climática, a justiça socioambiental, as políticas habitacionais, a mobilidade urbana, as ruralidades, a dimensão metropolitana, a valorização dos saberes populares e a necessidade de fortalecimento da capacidade estatal de planejamento e implementação de políticas públicas. Também foram apresentadas preocupações relacionadas à atual conjuntura fiscal e orçamentária do Distrito Federal, e o modo como isso afeta as políticas públicas existentes, sobretudo no campo da cultura, educação e meio ambiente e aos desafios da participação social e às transformações recentes do modelo de desenvolvimento urbano, marcado por processos de segregação socioespacial e aprofundamento das desigualdades territoriais. Outro aspecto destacado ao longo do encontro foi a necessidade de fortalecer as estratégias de comunicação pública e ampliar a incidência institucional do IAB/DF nos debates urbanos contemporâneos. Próximos passos Como encaminhamento, foi pactuada a continuidade do processo de construção coletiva da Carta aos Candidatos e Candidatas por meio de reuniões mensais da Comissão de Política Urbana. Os próximos encontros ocorrerão nos meses de julho, agosto e setembro, aprofundando os diferentes eixos temáticos que irão compor o documento final. Para o IAB/DF, a retomada da CPU reafirma o compromisso histórico da entidade com a construção de cidades mais democráticas, inclusivas, sustentáveis e socialmente justas, fortalecendo o diálogo entre técnica, sociedade e territórios. O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) foi homenageado na Sessão Solene do Patrimônio Vivo do Distrito Federal, realizada em 12 de junho, no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
A copresidente da gestão atual do IAB/DF, Luiza Coelho, recebeu a homenagem em nome da entidade. A cerimônia foi proposta pelo deputado distrital Gabriel Magno (PT) e reuniu pessoas e instituições reconhecidas por sua atuação na cultura, na educação, na preservação da memória e na construção da identidade do DF. Durante a sessão, os homenageados receberam moções de louvor concedidas pela CLDF. A homenagem reconhece a presença do IAB/DF na vida cultural e urbana do Distrito Federal e sua atuação em temas relacionados à arquitetura, ao urbanismo e à preservação do patrimônio construído. Fundado em 1960, o IAB/DF acompanha a história da capital desde sua construção. Ao longo de mais de seis décadas, a entidade promoveu ações e participou de debates sobre planejamento urbano, preservação do patrimônio, concursos públicos de arquitetura e políticas voltadas ao desenvolvimento da cidade. A sessão reuniu representantes de diferentes áreas e destacou trajetórias que fazem parte da história e da memória do Distrito Federal. A copresidente do IAB/DF, Luiza Coelho, participou, na última terça-feira (02), da visita dos estudantes da disciplina Introdução à Arquitetura e Urbanismo ao Instituto. Durante a atividade, ela integrou a conversa sobre o tema “O IAB e a profissão de Arquitetura”, compartilhando com os alunos reflexões sobre o papel da entidade na valorização profissional e na promoção do debate sobre arquitetura, urbanismo e cidade.
Realizado a convite dos professores da FAU/UnB Ana Elisabete e Ricardo Costa, o encontro proporcionou aos estudantes a oportunidade de conhecer mais de perto a atuação do IAB, reforçando a importância da entidade na valorização da profissão e na promoção do debate sobre arquitetura, urbanismo e cidade. A atividade contou ainda com o apoio e colaboração da Escola Crítica Espaço e Território, que também cedeu seu espaço para a realização da apresentação e do encontro com os estudantes. O IAB/DF convida associadas/os ou entidades interessadas a apresentarem propostas para a ocupação da sala 505 do edifício Mineiro, no Setor Comercial Sul, com área de 43m². A ocupação da sala será feita por contrato de cessão não onerosa de uso de espaço físico. A cessionária deverá arcar com todas as despesas de manutenção da sala, bem como com as despesas de condomínio e de IPTU/TLP.
A sala poderá ser visitada mediante agendamento prévio pelo e-mail [email protected] PRAZO PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS: 16.7.2026. Edital com mais informações: drive.google.com/file/d/13WfWZvf_49ZyylgEKukf6h1mYZVitjlG/view?usp=sharing Dúvidas: [email protected] Na última terça-feira, 31 de março, foi realizada a Solenidade de Lançamento dos Comitês Gestores de Sítios reconhecidos como patrimônio cultural do Brasil pela UNESCO. A iniciativa reúne instituições públicas e entidades da sociedade civil para fortalecer a gestão e a preservação desses territórios. O IAB/DF passa a integrar o Comitê Gestor de Brasília. Durante a cerimônia, a copresidente do IAB/DF, Luiza Coelho, entregou ao Iphan o livro "Mulheres indígenas e a diversidade cultural brasileira: história, violência e resiliência", publicado pela editora do instituto. A obra, referência no Concurso Nacional para a Casa da Mulher Indígena (CAMI), foi recebida pelo presidente do Iphan, Leandro Grass. "Com o objetivo de promover a participação social e fortalecer a gestão compartilhada dos sítios brasileiros reconhecidos como Patrimônio Mundial Cultural pela Unesco, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apresentou os novos Comitês Gestores destes sítios. A iniciativa assegura a inclusão de organizações da sociedade civil, comunidades locais e povos tradicionais na proteção e salvaguarda do valor universal excepcional desses territórios." "Para o presidente do Iphan, Leandro Grass, manter a democracia de pé exige paciência, dedicação e diálogo. “Trazer as pessoas para decidirem junto é uma decisão política. Construir juntos exige tempo, empatia e capacidade de escuta. E é isso que sustenta a democracia”." informou o Iphan em publicação oficial. A portaria Iphan nº234/2025 estabelece as diretrizes para a instituição dos Comitê, que incluem representantes governamentais e representantes da sociedade civil em sua estrutura. A iniciativa foi detalhada em publicações do Iphan: Iphan apresenta os novos Comitês Gestores dos sítios reconhecidos como Patrimônio Mundial pela Unesco. Iphan abre inscrições para sociedade civil compor Comitês Gestores de Sítios do Patrimônio Mundial. O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) participou do lançamento do livro Tempestade Tropical – De Brasília à Praia do Forte: a trajetória de Wilson Reis Netto, escrito por Alexandre Benoit e publicado pela Escola da Cidade. A obra é dedicada à trajetória de Wilson Reis Netto, arquiteto, fundador e primeiro presidente do IAB/DF. O lançamento ocorreu em 27 de março de 2026, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU/UnB), onde reuniu profissionais, pesquisadores e interessados na história da arquitetura. O livrou contou com apoio da UnB, do IAB/DF e do Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF). A publicação resgata a atuação de uma figura fundamental para a história da entidade e da construção da capital federal, cuja contribuição permaneceu, por muito tempo, à margem da historiografia oficial. Também busca iluminar aspectos de sua vida e obra que foram historicamente silenciados. Pesquisadores levantam duas hipóteses para seu apagamento na história: A primeira, é o golpe militar de 1964, onde artistas, arquitetos, entre outros profissionais tiveram suas vidas e carreiras reprimidas. E a segunda, pelo fato de Wilson ser abertamente um homem gay. Reconhecido por desafiar padrões e normatividades, Wilson Reis Netto também se destacou por sua postura em um contexto marcado por forte conservadorismo. "Se hoje ganham visibilidade pesquisas sobre mulheres, populações negras e indígenas na construção de Brasília, ainda sabemos pouco sobre outras formas de exclusão. É possível que o fato de Wilson ser abertamente homossexual tenha contribuído para sua invisibilização. Em relatos de contemporâneos, sua orientação sexual frequentemente aparece antes de suas qualidades profissionais — que incluíam capacidade de gestão, mobilização e liderança. Ainda assim, tornou-se uma figura influente." comenta Luiz na coluna do IAB/DF no jornal Brasil de Fato - DF. O livro reúne textos de diferentes autores, entre eles Luiz Sarmento, ex-presidente do IAB/DF. Sua contribuição integra o esforço coletivo de ampliação das narrativas sobre a produção arquitetônica no Distrito Federal. A partir de depoimentos e de minuciosa pesquisa em arquivos, o livro reconstrói sua trajetória profissional. Ainda jovem, Wilson integrou a equipe de Oscar Niemeyer durante a construção de Brasília e, já no fim da vida, foi responsável pelo projeto de urbanização da Praia do Forte. Na capital federal, realizou obras como a Escola-Classe 114 Sul, a Feira de Comércio e Indústria e a Embaixada do Senegal. Ao mapear sua atuação, a obra propõe uma revisão crítica de sua produção e de seu papel no campo arquitetônico, contribuindo para uma leitura mais diversa e inclusiva da arquitetura e de seus protagonistas. O evento de lançamento contou com um debate que reuniu arquitetos como Alexandre Benoit, arquiteto e autor do livro, Antônio Carlos Moraes de Castro Luiz, ex presidente do IAB/DF e presidente da Federação Pan-americana de Associações de Arquitetos (FPAA), Eduardo Rossetti, arquiteto e professor adjunto da FAU/UnB e autor de diversos artigos e dos livros Arquiteturas de Brasília, Luiz Sarmento, ex-presidente do IAB/DF e atual chefe da Assessoria Internacional de Patrimônio Material do Iphan, e Luiza Coelho, atual copresidente do IAB/DF, marcando um momento de reflexão sobre memória, historiografia e diversidade na arquitetura. Inscrições vão até 15 de abril e envio de propostas até 29 de abril; iniciativa inédita busca projeto arquitetônico para espaço de acolhimento a mulheres indígenas vítimas de violência A organização do Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena (CAMI) anuncia a prorrogação dos prazos para inscrições e envio de propostas. Agora, escritórios de arquitetura de todo o país têm até o dia 15 de abril para realizar suas inscrições e até 29 de abril para submeter os trabalhos.
Promovido pelo Ministério das Mulheres (MMulheres) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), por meio do Laboratório Mulheres, Arquitetura e Território (Lab Mulheres/FAU-UnB), e organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB/DF), o concurso busca selecionar a melhor proposta de ideias para a construção de espaços humanizados destinados ao acolhimento de mulheres indígenas em situação de violência. As ideias propostas devem ser apresentadas em nível de estudo preliminar e conter um projeto de referência adaptável aos 6 biomas brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) e 2 adaptações aos biomas Amazônia e Cerrado. Devem, ainda, apresentar ambientes que respeitem as particularidades culturais, sociais e ambientais dos povos originários. O programa de necessidades, construído de forma participativa com mulheres indígenas de todo o país, é disponibilizado em português e na língua Yanomami, garantindo acessibilidade e escuta ativa. Participação e premiação As equipes proponentes devem contar com profissional responsável técnico devidamente inscrito e regular perante o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e, obrigatoriamente, incluir uma mulher indígena (com formação em qualquer área de conhecimento ou comprovada atuação nas áreas de direito das mulheres indígenas e/ou combate à violência) como integrante. A exigência visa a assegurar que as propostas estejam alinhadas aos saberes tradicionais e às especificidades dos povos, valorizando o conhecimento e a experiência ancestrais. A equipe autora da proposta vencedora assinará contrato com a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), no valor de R$ 772.869,47, para desenvolvimento dos Projetos Executivos de Arquitetura e Complementares. O segundo e terceiro lugares receberão premiações de R$ 30.000,00 e R$ 15.000,00, respectivamente. Urgência e relevância social A criação da Casa da Mulher Indígena atende a uma reivindicação histórica das mulheres originárias, expressa no manifesto Carta das Originárias da Terra, publicado pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) durante o Acampamento Terra Livre 2025 (ATL 2025). A iniciativa também se alinha ao Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado em fevereiro pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Dados recentes reforçam a urgência do equipamento. Segundo levantamento da plataforma Gênero e Número, os registros de violências contra mulheres indígenas aumentaram 258% entre 2014 e 2023. O estudo, baseado no Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde, destaca o crescimento expressivo dos casos de violência física, psicológica e, sobretudo, sexual. Os índices de assédio, estupro e exploração sexual envolvendo mulheres indígenas cresceram 297% no período, percentual superior ao aumento registrado entre a população feminina geral no país, que foi de 188%. Para a arquiteta e urbanista Luiza Coelho, integrante da equipe organizadora do concurso pelo IAB/DF, a prorrogação dos prazos busca ampliar a participação e a qualidade das propostas. "Estamos diante de uma oportunidade ímpar de contribuir para a construção de um equipamento público necessário e simbólico, que respeite a pluralidade dos povos indígenas e ofereça acolhimento digno às mulheres. A participação de arquitetas e arquitetos de todo o Brasil, com olhares diversos e sensíveis, é fundamental para que tenhamos um projeto à altura desse desafio", afirmou. Como participar O edital completo, com todas as regras, anexos e documentação complementar, está disponível no site oficial do concurso: https://concursocami.org.br. No site, também é possível acessar o cronograma atualizado, as demais bases do concurso e os esclarecimentos de dúvidas. Serviço: Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena (CAMI) Inscrições: até 15 de abril de 2026 Envio de propostas: até 29 de abril de 2026 Site oficial: https://concursocami.org.br Realização: Ministério das Mulheres, UnB/Lab Mulheres e IAB/DF O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal – IAB/DF – convida associadas/os ou entidades interessadas a apresentarem propostas para a ocupação da sala 206 do edifício Oscar Niemeyer, com área de 41m². A ocupação da sala será feita por contrato de cessão de uso de espaço físico, mediante pagamento de contribuição mensal. A cessionária deverá arcar com todas as despesas de manutenção da sala, bem como com as despesas de condomínio e de IPTU/TLP. A cessão terá o prazo de dois anos, podendo ser renovada se houver interesse do cedente e da cessionária. A cessão poderá ser rescindida de comum acordo entre as partes, a qualquer tempo.
A sala poderá ser visitada mediante agendamento prévio pelo e-mail [email protected] PRAZO PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS: 18.3.2026. Edital com mais informações: https://drive.google.com/file/d/1I29QTNnPFMz6HN3ZG3i4mlCoKjer19Rd/view?usp=sharing Dúvidas: [email protected] Como será o Distrito Federal quando as propostas vencedoras de concursos de projeto forem construídas? Essa é a provocação que a exposição “Um DF Possível” lança ao público a partir do dia 26 de fevereiro. A mostra, organizada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) em parceria com a Escola Crítica Espaço e Território, será aberta na sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/DF). Com curadoria dos arquitetos e urbanistas Fabiano José Arcadio Sobreira, João Augusto Pereira Júnior, Luiz Eduardo Sarmento, Luiza Coelho e Paulo Victor Borges Ribeiro, a exposição reúne fotografias, ilustrações e memoriais das propostas desenvolvidas por equipes de arquitetos para diferentes tipologias — como habitação, parques públicos, conjuntos residenciais e requalificação urbana. A mostra apresenta duas categorias: 9 propostas construídas ou em obras desde 2010 e outras 19 que ainda aguardam execução, resultantes de concursos públicos de projeto realizados entre 2012 e 2022. Entre os projetos, estão os parques públicos do Gama, do Paranoá e de Águas Claras, que trazem soluções com ênfase em áreas verdes e equipamentos comunitários, e a requalificação da orla do Lago Paranoá, com a criação de novas áreas de lazer integradas à paisagem. A mostra também destaca projetos de urbanização e habitação voltados à qualificação de moradias em regiões como Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol, Santa Maria, Samambaia e Sobradinho. De acordo com Fabiano Sobreira, um dos curadores da mostra, os concursos representam um modelo democrático e transparente para a escolha de projetos públicos. “São projetos que resultaram de concursos dos mais diversos formatos e abrangências, mas que têm em comum o processo democrático e transparente e o julgamento baseado na qualidade”, afirma.
Ao todo, centenas de profissionais estiveram envolvidos nas equipes propositoras ao longo da década contemplada pela mostra. Para o IAB/DF, a iniciativa também cumpre o papel de difundir a modalidade licitatória concurso como a que melhor atende ao interesse público na contratação de projetos para obras públicas, contribuindo diretamente para a democratização da produção da cidade, para a melhoria dos espaços urbanos e para a valorização da cultura arquitetônica. Serviço: Exposição “Um DF Possível” Data de abertura: 26 de fevereiro Local: Sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU/DF) Visitação: entrada gratuita Edital lançado em 26 de janeiro receberá ideias de projetos adaptados aos seis biomas brasileiro Até 19 de março, escritórios de arquitetura de todo o país podem apresentar projetos para a Casa da Mulher Indígena (CAMI). O Concurso Público, requerido pelo Ministérios das Mulheres (MMulheres), visa à criação de espaços adequados e humanizados para acolher integrantes dos povos indígenas vítimas da violência de gênero. É resultado de um convênio estabelecido pelo Ministério com o Laboratório Mulheres, Arquitetura e Território - LAB Mulheres, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB), e será organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento Distrito Federal. O edital foi lançado no dia 26 de janeiro, durante cerimônia no Centro de Convivência Multicultural dos Povos Indígenas da Universidade de Brasília (MALOCA/UnB), em Brasília. O objeto do Concurso é uma Proposta de Ideias de Arquitetura em nível de Estudo Preliminar. Poderão formalizar propostas profissionais regularmente inscritos no CAU. A organização recomenda a participação de mulheres arquitetas e urbanistas nas equipes, especialmente na função de responsáveis técnicas. Pelo menos uma mulher indígena também deverá compor o coletivo, uma exigência que tem o objetivo de valorizar o conhecimento e a experiência e assegurar trabalhos alinhados às culturas indígenas e suas especificidades. O programa de necessidade terá tradução para o idioma Yanomami. A equipe autora da proposta vencedora assinará o contrato para desenvolvimento dos Projetos Executivos com a Finatec no valor de R$ 772.869,47. As segunda e terceira colocadas também receberão premiação em dinheiro no valor de R$ 30.000,00 e R$15.000,00, respectivamente.
O Concurso é o primeiro organizado pelo IAB-DF no âmbito de um Termo de Execução Descentralizada (TED), firmado entre o MMulheres e a UnB. Além de realizar o Concurso, o LAB Mulheres está desenvolvendo vasta pesquisa acadêmica científica sobre a Casa da Mulher Indígena, ampliando a profundidade e impacto da iniciativa. A arquiteta e urbanista Luiza Dias Coelho, integrante da equipe organizadora do concurso pelo IAB-DF, destacou as inovações do Edital, como a participação de mulheres indígenas nas equipes e a adaptação das propostas para os biomas brasileiros. "É motivo de muito orgulho e uma honra para o IAB-DF fazer parte da criação desse equipamento tão necessário e que, quando construído, será um marco na nossa história. Um marco para as mulheres e para os povos originários que tanto precisam desses espaços de apoio de equipamentos públicos muitas vezes negados", afirmou. Uma casa para fazer frente à violência de gênero contra indígenas Conforme o mais recente relatório ‘Violência contra os Povos Indígenas no Brasil’, publicado pelo Conselho Indigenista Missionário em 2024, 29 mulheres indígenas foram assassinadas em 2023. Também foram registrados 23 casos de violência sexual contra crianças, adolescentes e mulheres indígenas, além de tentativas de feminicídio de forma "brutal”. A criação da Casa da Mulher Indígena esteve entre as reivindicações expressas pelas participantes do Acampamento Terra Livre 2025 no manifesto Carta das Originárias da Terra, publicado pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA). Com o concurso, o MMulheres deseja assegurar espaços que respeitem as suas particularidades culturais, sociais e ambientais dos povos indígenas. As propostas concebidas para o Concurso também deverão considerar a adaptação para biomas brasileiros, propondo ambientes adequados para o acolhimento das mulheres indígenas e assegurando as características plurais de seus povos. Para idealização das diretrizes e a elaboração participativa de um programa de necessidades alinhado com a proposta, o Lab Mulheres, em conjunto com o MMulheres e apoio da ANMIGA, promoveu uma série de oficinas com mulheres indígenas de todo o país para desenvolvimento do programa de necessidades da CAMI. |
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